câncer de laringe pode dar metástase

Câncer de laringe pode evoluir com metástase? Descubra aqui

Câncer de laringe pode evoluir com metástase? Descubra aqui

O câncer de laringe corresponde a 2% dos tumores malignos diagnosticados. Por outro lado, ele representa 25% dos tumores que podem acometer a região do pescoço. Dito isso, uma das dúvidas dos pacientes é se o câncer de laringe pode dar metástase. Para ajudar a esclarecer esta dúvida, preparamos este artigo.

Fatores de risco

Dentre os principais fatores de risco para o surgimento do câncer de laringe é possível mencionar:

  • Consumo de álcool;
  • Fumantes possuem 10 vezes mais risco de desenvolver o câncer de laringe;
  • Exposição a agentes químicos e físicos, como, por exemplo amianto, solventes orgânicos, poeiras diversas (cimento, madeira, couro), sílica, formaldeído, dentre outros.

A prevenção está baseada principalmente em evitar o consumo de álcool e cigarros.

Sintomas e diagnóstico

A presença de sintomas vai depender do local em que o câncer surgir. No caso do câncer supraglótico, ou seja, acima das pregas vocais, é comum que o paciente sinta dor na garganta ao engolir, perceba alterações na voz e tenha a sensação de caroço na garganta. Já quando o paciente desenvolve o tumor glótico ( na altura das pregas vocais), geralmente a rouquidão é o primeiro sintoma a aparecer. Nos tumores subglóticos ( localizados abaixo das pregas vocais, que são raros, porém agressivos, o principal sintoma é falta de ar.

Assim como qualquer outro tumor, o diagnóstico precoce é importantíssimo. Afinal de contas ele permite que o tratamento seja iniciado rapidamente, aumentando as chances de sucesso e diminuindo a possibilidade de metástase.

Portanto, assim que o paciente perceber qualquer um dos sintomas mencionados, a recomendação é procurar um médico especialista em cabeça e pescoço o quanto antes. Dentre os métodos utilizados para o diagnóstico da doença estão: laringoscopia ou nasofibrolaringoscopia com biópsia

Câncer de laringe pode dar metástase?

Sim, câncer de laringe pode dar metástase. Por mais que a maioria dos casos, 60% dos pacientes diagnosticados, apresentam a forma localizada da doença, em uma parcela dos casos as metástases estão presentes.

Aproximadamente 25% dos pacientes apresentam a forma localizada com metástase nos linfonodos que ficam na região do pescoço. Enquanto os outros 15% apresentam a forma avançada da doença, em que as metástases podem estar presentes tanto na região próximo ao tumor quanto em pontos mais distantes do corpo, como nos pulmões.

Dentre os diferentes tipos de tumores de laringe, os que comumente apresentam mais metástase são os subglóticos e os supraglóticos. Os órgãos mais acometidos são os pulmões.

cirurgia da glândula parótida

Cirurgia da glândula parótida: Entenda como funciona

Cirurgia da glândula parótida: Entenda como funciona

A cirurgia da glândula parótida é um dos principais tratamentos de algumas doenças que acometem as glândulas salivares. Entretanto, cirurgias geralmente deixam os pacientes bastante preocupados, por isso conhecer mais sobre o procedimento é fundamental para ficar mais tranquilo.

Para que você possa entender melhor quais as indicações, como a cirurgia é realizada e como é o seu pós-operatório preparamos este artigo.

Indicação da cirurgia da glândula parótida

As glândulas parótidas são as maiores das glândulas salivares e estão localizadas na região mandibular, logo na frente das orelhas. Elas podem ser acometidas por diferentes doenças, tais como tumores benignos, malignos e cálculos.

No caso de tumores malignos na glândula parótida, a cirurgia para a sua remoção é uma parte muito importante do tratamento. Após o procedimento cirúrgico, o paciente pode ainda ser submetido a sessões de radioterapia. A quimioterapia geralmente não é indicada para este tipo de tumor maligno.

Com relação à presença de cálculos, a cirurgia pode ser utilizada para fazer a remoção deles. Já que eles podem impedir a passagem de saliva e fazer com que a glândula parótida e os canais que levam a saliva para a boca fiquem inchado e bastante dolorida.

Tipos de cirurgia da glândula parótida

A cirurgia de glândula parótida é chamada de parotidectomia e ela pode ser dividida em três tipos:

  • Total, quando a glândula é removida em sua totalidade;
  • Parcial, quando parte da glândula precisa ser removida;
  • Superficial, quando somente a superfície da glândula parótida precisa ser removida.

Pós-operatório da cirurgia da glândula parótida

Durante o pós-operatório da parotidectomia o paciente geralmente fica internado por 1 dia. Isso porque, durante este período é fundamental manter o paciente sob observação para a presença de possíveis complicações.

Algumas das complicações que podem surgir são:

  • Inchaço;
  • Dor;
  • Febre;
  • Hemorragia, o que é bastante raro de acontecer;
  • Paresias ou paralisias, quando o nervo facial é afetado e os movimentos dos músculos da face podem ser comprometidos;
  • Fístulas, quando há uma passagem entre a glândula parótida e a pele.

Para evitar qualquer complicação é importantíssimo seguir todas as orientações médicas de cuidados com a cicatriz da cirurgia, bem como de repouso recomendado. As avaliações são sempre feitas individualmente pelo cirurgião de cabeça e pescoço. Dito isso, é muito importante ter um profissional de confiança responsável pelo seu caso.

Vale lembrar que assim que o paciente perceber qualquer sintoma na região das glândulas parótidas, como inchaço ou dor, é imprescindível que um médico seja consultado.

câncer nas glândulas salivares tem cura

Câncer nas glândulas salivares tem cura? Conheça os tratamentos

Câncer nas glândulas salivares tem cura? Conheça os tratamentos

Ao receber o diagnóstico de câncer nas glândulas salivares as primeiras dúvidas que surgem são se a doença tem cura e qual é o tratamento. Para responder a estas perguntas é preciso conhecer em detalhes o caso, tais como estágio de diagnóstico e se o tumor é benigno ou maligno.

Pensando nisso, fizemos este artigo para falar sobre o câncer das glândulas salivares, se ele tem cura e quais os tratamentos possíveis.

Câncer nas glândulas salivares tem cura?

A grande maioria dos pacientes, cerca de 85%, que são diagnosticados com câncer na glândula salivar apresentam tumores benignos. As glândulas parótidas são geralmente as mais afetadas, seguido pelas glândulas submandibulares, salivares menores e sublinguais.

O primeiro sintoma que os pacientes percebem é a presença de uma massa indolor. Entretanto, quando o tumor é maligno o paciente geralmente sente dor e queimação na região, podendo ocorrer até mesmo a perda de função.

Para que o diagnóstico seja feito corretamente, além do exame clínico, alguns exames complementares são necessários. Estes exames são a punção com aspiração por agulha fina, tomografia computadorizada e ressonância magnética.

É importantíssimo que o paciente procure o médico assim que perceber os primeiros sintomas. Os tumores benignos normalmente não representam nenhum perigo para o paciente, mas os tumores malignos das glândulas salivares podem crescer rapidamente e se espalhar para outras partes do corpo.

Tratamentos para o câncer nas glândulas salivares

Para os tumores benignos, o tratamento existente é a remoção cirúrgica do tumor. É importante que todo o tumor seja removido, caso contrário podem ocorrer recidivas. A cirurgia das glândulas salivares é relativamente simples e normalmente requer apenas 1 dia de internação.

No caso dos tumores malignos, além de realizar a cirurgia para a remoção do tumor e da glândula, pode ainda ser necessário fazer algumas sessões de radioterapia. Entretanto, isso depende do tipo de tumor que o paciente apresentar. Até o momento não foi desenvolvido nenhum tratamento por quimioterapia que seja eficaz contra os tumores de glândulas salivares.

Assim como em outros tumores malignos, o diagnóstico precoce é muito importante durante o tratamento. Principalmente porque tumores malignos das glândulas salivares podem aumentar de tamanha bem rápido, resultando no comprometimento de estruturas próximas e com grandes chances de metástase.

Por isso, não apenas procurar o médico assim que perceber qualquer sintoma é fundamental, mas também a realização de exames periódicos.

cisto tireoglosso é arriscado

Cirurgia de cisto tireoglosso é arriscado? Conheça as complicações do procedimento

Cirurgia de cisto tireoglosso é arriscado? Conheça as complicações do procedimento

Se você quer conhecer e entender melhor como é a cirurgia de cisto tireoglosso e se ela é arriscada, então este artigo é para você. Iremos tirar as suas dúvidas sobre o procedimento e quais podem ser as complicações.

Como o cisto tireoglosso surge?

Durante o desenvolvimento do embrião, a glândula tireoide se desenvolve próxima à língua. Conforme o bebê vai crescendo, a tireoide migra pelo pescoço até chegar a sua posição final, que é entre o chamado “pomo de adão” e osso esterno.

A migração da tireoide é feita através do ducto tireoglosso. O que deve acontecer é que depois desse processo o ducto deve atrofiar e desaparecer. Entretanto, em uma pequena parcela da população isso não acontece. O resultado é a formação do cisto tireoglosso.

Os primeiros sintomas que os pacientes percebem são a presença do cisto que é duro à palpação, mas podem também estar presentes a dificuldade para engolir ou respirar e uma sensação de incômodo no pescoço.

O diagnóstico é feito através do exame clínico e de ultrassonografia. O tratamento consiste na remoção cirúrgica do cisto e do ducto tireoglosso.

Cirurgia de cisto tireoglosso é arriscada?

Durante a cirurgia do cisto tireoglosso o paciente terá tanto o cisto, quanto o ducto e parte do osso hióide removidos. Apesar de parecer complicado, este é um procedimento relativamente simples e pouco arriscado.

Na primeira semana após a realização da cirurgia o paciente poderá falar e comer normalmente. Em alguns casos é sentido um certo desconforto na garganta,principalmente ao engolir. Quando o paciente sente dor geralmente ela pode ser resolvida com analgésicos simples.

Além disso, a cicatriz resultante da cirurgia é bastante discreta e na maioria das vezes imperceptíveis. Claro que isso dependerá dos cuidados pós-operatórios e da manutenção do local sempre seco e limpo.
Outro ponto importante é que em alguns casos, principalmente quando a cirurgia é realizada sem a técnica apropriada, pode ocorrer a recidiva do cisto, ou seja, ele pode voltar e haver a necessidade de nova cirurgia.

O diagnóstico precoce, aliados ao atendimento por um bom cirurgião da cabeça e pescoço, e um bom pré-operatório garantem uma cirurgia ainda mais segura. Como todas as cirurgias existe sempre risco de infecções, por exemplo, por isso que seguir todas as orientações médicas é fundamental para o sucesso do procedimento.

cirurgia de cisto tireoglosso

Cirurgia de cisto tireoglosso: Descubra aqui mais sobre o procedimento

Cirurgia de cisto tireoglosso: Descubra aqui mais sobre o procedimento

Depois de ser diagnosticado ficou sabendo que precisará fazer uma cirurgia de cisto tireoglosso. Procedimentos cirúrgicos costumam assustar um pouco, mas o conhecimento e a consulta com um bom médico são o segredo para a segurança.

Neste artigo explicaremos o que é o cisto, como é a cirurgia e o como é o seu pós operatório.

O que é um cisto tireoglosso?

Um cisto pode surgir em qualquer local do corpo e é caracterizado por ser uma espécie de bolsa que pode conter líquidos, materiais semi sólidos ou mesmo ar. Esta bolsa é delimitada e separa o conteúdo interno do cisto do restante do corpo.

O cisto tireoglosso especificamente é uma doença congênita, ou seja, o indivíduo já nasce com ela. Durante o desenvolvimento embrionário, a tireoide é formada próxima à base da língua e conforme o feto se desenvolve a tireoide vai se afastando do seu ponto inicial, descendo pelo pescoço e formando o chamado ducto tireoglosso. Em alguns casos, esse ducto não se fecha corretamente, resultando no acúmulo de líquido e formando o cisto.

Apesar de considerado raro na medicina, este é o cisto mais comum no segmento da cabeça e pescoço. Além disso, o cisto tireoglosso é uma lesão benigna.

O diagnóstico se dá geralmente porque o paciente consegue palpar o cisto,ou por alguma infecção no mesmo, mas não provoca nenhum tipo de dor e cresce lentamente. Por mais que não haja nenhum desconforto para o paciente a sua remoção é recomendada, já que ele pode infeccionar. Para confirmar a natureza do cisto são necessários exames de ultrassom na região do pescoço e, em alguns casos, punção do cisto.

Cirurgia do cisto tireoglosso

Uma vez diagnosticado, o tratamento recomendado é a realização da cirurgia para remoção do cisto tireoglosso. Durante o procedimento cirúrgico todo o cisto e o ducto tireoglosso são removidos.

A notícia boa para quem precisar fazer a cirurgia é que a recuperação geralmente é rápida. O paciente pode comer e falar normalmente. O paciente pode sentir apenas um pequeno desconforto na região.

É sempre importante lembrar que, assim que qualquer sintoma surgir que um médico deve ser consultado. O diagnóstico precoce e o acompanhamento médico são essenciais no tratamento de qualquer doença.

ultrassom de tireoide precisa de jejum

Ultrassom de tireoide precisa de jejum? Descubra aqui

Ultrassom de tireoide precisa de jejum? Descubra aqui

A realização de exames períodos da tireoide é muito importante para a prevenção de doenças e o diagnóstico precoce. Para isso, o do ultrassom de tireoide é um poderoso aliado nesta tarefa. Entretanto, na hora de se preparar para sempre surgem dúvidas, uma delas é se há a necessidade de jejum para a realização do exame.

Para esclarecer esta dúvida, e ainda te explicar melhor como funciona o exame, preparamos este artigo. Fique com a gente!

Ultrassom de tireoide precisa de jejum?

O ultrassom da tireoide é um exame bastante simples. Ele pode ser realizado pelo médico no seu próprio consultório médico, até mesmo durante a consulta. Não há a necessidade de qualquer tipo de sedação ou anestesia.

Isso porque, o ultrassom da tireoide não é invasivo, ou seja, não há nenhum tipo de corte ou acesso ao interior do corpo. Portanto, esse é um exame muito seguro, indolor e rápido.

O exame de ultrassom é realizado com o auxílio de um equipamento que emite ondas que são capazes de chegar até os tecidos, e em seguida estas ondas retornam como uma espécie de eco. Este equipamento é capaz de reconhecer estes ecos e transformá-los em imagens, que podem ser vistas em tempo real pelo médico.

Durante o procedimento é necessária a aplicação de uma pequena quantidade de gel que auxilia na emissão e reconhecimento das ondas emitidas pelo equipamento.

No caso o ultrassom de tireoide, não há a necessidade de ficar em jejum para a realização do exame. Mas caso surja qualquer dúvida, não exite em procurar o consultório ou laboratório que realizará o seu exame.

Qual a importância de realizar o ultrassom de tireoide?

Conforme dissemos, este exame é um importante aliado no diagnóstico e no acompanhamento de nódulos na tireoide.

Ele também é uma ferramenta essencial para a realização da punção de tireoide, uma vez que ele guia o médico para realizar a punção no local correto. Este procedimento é realizado para o diagnóstico de tumores que podem acometer a tireoide.

Por isso é essencial procurar um médico especialista assim que algum sintoma surgir, tais como: perda de peso sem nenhum motivo aparente, cansaço frequente, mau funcionamento do intestino, dores articulares, perda de memória, agitação e ciclo menstrual irregular.

Lembre-se sempre que o diagnóstico precoce é muito importante no tratamento de qualquer doença.

tireoidectomia-no-pós-operatório

Tireoidectomia no pós-operatório: Saiba o que fazer!

Tireoidectomia no pós-operatório: Saiba o que fazer!

Após qualquer cirurgia é essencial que o paciente siga todas as orientações do médico especialista, garantindo uma boa recuperação. Neste artigo falaremos sobre o pós-operatório da tireoidectomia. Desta forma você saberá o que esperar e como proceder.

Tempo de repouso no pós-operatório da tireoidectomia?

Geralmente o pós-operatório da tireoidectomia leva por volta de duas semanas. Durante a primeira semana o paciente deve repousar, ficando afastado dos estudos e do trabalho. Apesar disso, não há restrições para a ingestão de alimentos e nem a necessidade de fazer repouso absoluto.

Quais as complicações do pós-operatório da tireoidectomia?

As complicações da cirurgia de remoção da tireoide são bastante raras, entretanto, alguns desconfortos podem surgir durante a recuperação. Alguns deles estão diretamente relacionados à inflamação e manipulação no local, como é o caso da tosse e dor de garganta.

Quando estas complicações surgem, é provável que o paciente sinta algum tipo de dificuldade para ingerir certos alimentos. Portanto, é recomendada a ingestão de alimentos pastosos e mais moles.

Alguns pacientes podem ainda apresentar rouquidão no pós-operatório da tireoidectomia. Isso ocorre pela proximidade que a glândula tireoide tem com os nervos que inervam e estimulam as pregas vocais. Geralmente a rouquidão desaparece após algumas semanas. Entretanto, às vezes pode ser necessária a realização de sessões de fonoaudiologia para recuperação da voz.

Outra complicação é o aparecimento de hematoma na região da cirurgia, que pode resultar em dor e inchaço, que podem ser resolvidos com analgésicos. Além disso, quando o paciente faz a remoção completa da tireoide, é necessário também fazer reposição hormonal.

Cuidados com a cicatriz da tireoidectomia

É importante lembrar também de cuidar da cicatriz da tireoidectomia. Durante o período de pós-operatório a recomendação é que o paciente evite fazer movimentos bruscos com a cabeça, isso evita que a pele do pescoço fique esticada.

Além disso, a manutenção da limpeza da ferida pós-operatória é fundamental. Isso ajuda a prevenir infecções que poderiam retardar ou deixar cicatrizes aparentes. Portanto, ao perceber que o seu curativo está molhado ou sujo, a recomendação é trocá-lo.

Outro cuidado importante é evitar sol diretamente no local da cirurgia por um período de pelo menos 4 meses. E após esse período o uso de protetor solar com fator 30 ou maior é fundamental.

Lembrando que em alguns casos, pode ser realizada a cirurgia de tireoide por via endoscópica, que não deixa cicatrizes no pescoço, e onde o paciente retorna mais rápido as suas atividades.

E nunca é demais lembrar que o médico especialista é a melhor fonte de informações que um paciente pode ter. Portanto, esclareça todas as suas dúvidas e siga todas as orientações médicas no seu pós-operatório da tireoidectomia.

punção da tireoide precisa de repouso

Punção da tireoide precisa de repouso após o procedimento? Descubra aqui

Punção da tireoide precisa de repouso após o procedimento? Descubra aqui

Preparamos este artigo para você que está se preparando para realizar o exame de punção de tireoide e quer saber se precisa de repouso, tanto antes quanto depois do procedimento. Fique com a gente e entenda a importância da realizar o exame e saiba como se preparar para ele.

Quando a punção da tireoide é indicada?

O exame de punção aspirativa com agulha fina, conhecido também como PAAF, é indicado para realizar o diagnóstico de nódulos, se eles são tumores benignos ou malignos. A PAAF pode ser realizada em diferentes partes do corpo, mas neste artigo trataremos especificamente da punção da tireoide.

Pacientes que possuem histórico de na família de nódulos na tireoide, que já tenham passado por tratamentos de radioterapia na região da tireoide, que apresentem alterações indicativas de nódulos na tireoide ao exame de ultrassom ou que percebam a presença de algum nódulo palpável na região devem procurar um médico especialista em cabeça e pescoço.

É importante ressaltar que cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico, que indicará qual é o melhor exame para realizar o diagnóstico e qual o tratamento mais adequado.

Punção da tireoide precisa de repouso?

Agora que você tem certeza de que precisará passar pelo exame, é importantíssimo seguir as orientações médicas de preparo e depois de realizar a punção.

A primeira coisa que é preciso mencionar é que o exame pode ser realizado no consultório médico, durante a consulta, portanto, não há necessidade de internação. A punção de tireoide é realizada com o auxílio de um ultrassom, que guiará o médico até o ponto exato onde está o nódulo. O exame não é doloroso, mas é preciso aplicar anestesia local e um pequeno curativo é feito após o procedimento.

O único preparo antes do exame é para os pacientes que utilizam anticoagulantes devem suspender o seu uso por 3 dias. Já após a punção de tireoide, o paciente precisa de um repouso de 24 horas, evitando fazer esforço físico ou na região no pescoço. É permitido e possível falar normalmente, mas o paciente não deve gritar.

Lembre-se sempre de consultar um médico assim que surgir qualquer sintoma. A prevenção e o diagnóstico precoce são essenciais para ter maiores chances de sucesso no seu tratamento.

tumor-maligno-e-benigno

Qual a diferença entre tumor maligno e benigno? Descubra aqui

Qual a diferença entre tumor maligno e benigno? Descubra aqui

Você conhece quais são as diferenças entre um tumor maligno e benigno? Neste artigo vamos te ajudar a entender melhor quais são essas diferenças e mostrar a importância do diagnóstico precoce.

Como surgem os tumores?

O corpo humano é composto por milhões de células, que são renovadas diariamente. Este processo de renovação recebe o nome de divisão celular e consiste na replicação das células. Cada uma das células do nosso organismo possuem um mecanismo que impede que essa replicação ocorra de forma desordenada.

Apesar disso, existem diversos fatores que podem fazer com que o controle da divisão celular seja comprometido, resultando em um crescimento anormal das células, que é chamado de tumor ou neoplasia. Nem todos os tumores apresentam malignidade, alguns são chamados de benignos.

Dentre os fatores que podem ser responsáveis pelo surgimento dos tumores podem ser citados tanto fatores genéticos, que são aqueles herdados dos pais e avós, como fatores adquiridos ao longo da vida, como maus hábitos alimentares e cigarro.

Diferenças entre tumor maligno e benigno

A diferenciação entre tumor maligno e benigno é feita baseando-se na aparência das células que formam este tumor, quais são as estruturas afetadas pelo tumor e a forma como este tumor aumenta.

Tumores malignos

Os tumores malignos são aqueles formados por células que possuem a capacidade de se multiplicar rapidamente. Além disso, estas células também possuem a capacidade de afetar (ou invadir) as estruturas que ficam próximas ao tumor.

Há ainda a chance de metástase, que é quando algumas células tumorais se desprendem do tumor e são transportadas, pela circulação sanguínea ou linfática, para outros locais no corpo. O resultado isso é o surgimento de novos tumores em outros órgãos.

Para os tumores malignos o diagnóstico precoce é extremamente importante. Isso porque ele permite que o médico faça a intervenção logo no início da doença, o que aumenta as chances de cura e auxilia na prevenção de complicações decorrentes do tumor.

O tratamento dos tumores malignos deve ser avaliado individualmente por um médico especialista.

Tumores benignos

Já os tumores benignos são formados por células que crescem lentamente, de modo semelhante às células que formam o tecido normal. Além disso, eles também ficam restritos a uma determinada área, não tendo a capacidade de provocar metástase.

Geralmente, quando diagnosticado, o tratamento consiste na remoção completa do tumor através de procedimento cirúrgico.

Ao perceber o surgimento de qualquer sintoma é fundamental que um médico especialista seja consultado.