nasofibrolaringoscopia

Nasofibrolaringoscopia: Descubra como funciona o procedimento

Nasofibrolaringoscopia: Descubra como funciona o procedimento

Apesar do nome complicado, a nasofibrolaringoscopia é um exame relativamente simples, pouco invasivo e que pode ser realizado até mesmo durante a consulta médica.
Para que você possa ficar mais tranquilo caso precise realizar o exame, este artigo irá te explicar como o procedimento funciona, quais as indicações e como se preparar para ele.

Quais as indicações da nasofibrolaringoscopia?

A nasofibrolaringoscopia é um exame capaz de diagnosticar doenças como sinusite, rinite, tumores, apneia do sono (que é quando a pessoa deixa de respirar enquanto está dormindo), hipertrofia de adenoide (ou carne esponjosa), rouquidão e pólipos.

Dito isso, o procedimento é realizado geralmente quando o paciente procura o médico especialista com queixas de obstrução nasal, coriza e coceira frequente no nariz, sangramento recorrente, ronco, tosse crônica, voz alterada persistente, dor de cabeça e garganta frequentes.

É essencial que caso qualquer um desses sintomas surjam, que o paciente procure um médico. O diagnóstico precoce de doenças é fundamental para um tratamento eficaz.

Como funciona a nasofibrolaringoscopia?

Este exame é realizado por um cirurgião de cabeça e pescoço ou otorrinolaringologista com um equipamento chamado nasofibroscópio. Este equipamento consiste em um tubo fino e flexível com uma fibra ótica dentro, uma pequena câmera e uma luz de LED na ponta.

O nasofibroscópio é introduzido no nariz do paciente e as imagens capturadas pela câmera são transmitidas diretamente para um monitor, onde o médico pode fazer a avaliação em tempo real. Há também a possibilidade de gravar as imagens para que elas possam ficar arquivadas na ficha do paciente e facilitar o acompanhamento do caso.

Quais os cuidados antes e depois do exame?

Como dissemos anteriormente, a nasofibrolaringoscopia é um exame bastante simples, que não requer internação nem antes e nem depois do procedimento. No total, o exame leva cerca de 10 minutos para ser realizado.

O paciente pode experimentar um pequeno desconforto durante o exame, que pode ser minimizada com a aplicação de um spray anestésico, que vai deixar a região dormente. O efeito do spray atinge somente as camadas superficiais da mucosa, portanto, após a sua aplicação o efeito passa em pouco tempo.

Devido ao efeito do spray, é recomendado que paciente evite a ingestão de líquidos e alimentos por pelo menos 10 minutos após a realização do procedimento. Caso haja a necessidade de coleta de biópsia, o médico indicará os cuidados que devem ser tomados.

Agora que você já sabe como a nasofibrolaringoscopia é realizada, é imprescindível que você consulte um médico especialista assim que perceber o surgimento de qualquer sintoma.

radioterapia para câncer de pescoço

Radioterapia para câncer de cabeça e pescoço: Conheça o tratamento

Radioterapia para câncer de cabeça e pescoço: Conheça o tratamento

A radioterapia é um tratamento muito utilizado nos casos de câncer de cabeça e pescoço. O procedimento consiste na utilização das chamadas radiações ionizantes, como é o caso do raio-x, para destruir ou impedir o crescimento das células do tumor.

Além da radioterapia existem outros tratamento para tumores, como é o caso da quimioterapia e a cirurgia. Vale lembrar que o tratamento a ser realizado deve ser avaliado caso a caso e que o médico é o único profissional habilitado para fazer esta avaliação.

Benefícios da radioterapia para câncer de cabeça e pescoço

Cerca de metade dos pacientes com câncer passam pelo tratamento de radioterapia, e os resultados costumam ser bastante positivos. É importante ressaltar que no caso de câncer, quando antes o tumor é diagnosticado, maiores as chances de cura.

Com o tratamento por radioterapia o tumor pode desaparecer, diminuir ou ficar sob controle, resultando em uma melhora na qualidade de vida do paciente. Apesar disso, assim como em outros tratamentos médicos alguns efeitos indesejáveis podem aparecer durante a radioterapia. A seguir vamos falar um pouco deles.

Possíveis efeitos do tratamento por radioterapia

Como a radioterapia é aplicada especificamente no local onde o tumor está, os efeitos podem variar dependendo da parte do corpo que será tratada, da extensão do tratamento e do tipo de radiação que o paciente irá receber. Os efeitos costumam aparecer por volta da 3ª semana de tratamento, desaparecendo algumas semanas depois.

Entre os efeitos mais comuns estão a dificuldade na ingestão de alimentos, perda de apetite, cansaço e reações de pele, como vermelhidão, irritação, pele seca.

No caso de pacientes que utilizam a radioterapia no tratamento de câncer de pescoço, além dos efeitos mencionados, pode ainda ocorrer:

  • Queda de cabelo ou barba no local da aplicação : esta queda não é permanente e o cabelo volta a crescer com o término do tratamento;
  • Boca seca: devido à diminuição da produção de saliva. Para minimizar este efeito é importante se manter hidratado, bebendo entre 2 a 3 litros de água por dia;
  • Perda de paladar: também a perda de paladar e transitória, retornando após alguns meses após o término do tratamento;
  • Feridas na boca: aftas, irritação nas gengivas e na garganta podem aparecer. Para diminuir esta irritação evite alimentos duros, ácidos, muito quentes ou condimentados.

O acompanhamento médico durante todo o tratamento é essencial, bem como seguir todas as orientações dadas. Caso algum sintoma apareça neste período, o seu médico deverá ser informado.

cisto branquial

O que é o cisto branquial e qual é o tratamento?

O que é o cisto branquial e qual é o tratamento?

As dúvidas sobre os cistos branquiais são inúmeras. As pessoas que receberam este diagnóstico ou conhecem alguém que foi diagnosticado com este cisto sempre se perguntam o que ele é, como este cisto pode se formar e qual é o tratamento.

Estas dúvidas são perfeitamente normais, e para te ajudar a entender melhor o que estes cistos podem ser preparamos este artigo.

O que é um cisto branquial?

Durante o desenvolvimento do embrião, antes ao nosso nascimento, surgem as chamadas fendas branquiais, e conforme o mesmo vai crescendo, essas fendas são absorvidas. Entretanto, em algumas pessoas, essa reabsorção não ocorre corretamente, resultando em um cisto, que é chamado de cisto congênito, ou seja, o paciente já nasceu com ele.

Apesar de surgir na fase embrionária, o diagnóstico não é possível neste período. Geralmente os primeiros sintomas surgem na adolescência, quando o cisto, que fica localizado na lateral do pescoço, começa a crescer e se torna visível, palpável e até mesmo doer.

O diagnóstico correto feito por um médico especialista é essencial. Isso porque o cisto branquial é um tumor benigno que pode resultar em dor local e ainda estar associado a inflamação na orofaringe e na boca, ocasiões em que o cisto pode crescer ainda mais. Há ainda casos em que ele pode ser acometido por algum tipo de infecção.

Como é o tratamento do cisto branquial?

A boa notícia é que há tratamento para o cisto branquial, e isso se dá exclusivamente por um procedimento cirúrgico que resulta na remoção deste cisto. Essa remoção é importante para evitar inflamações e infecções região.

Esta é considerada uma cirurgia de médio porte, sendo que o grau de complexidade varia em cada caso e depende da anatomia que o cisto apresenta. Dito isto, é importante procurar um profissional que esteja capacitado para a realização do procedimento, e quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor.

Após a cirurgia o paciente habitualmente fica internado por cerca de um dia. Após a alta do hospital o paciente deverá ficar em repouso, podendo realizar atividades do dia-a-dia, mas evitar atividades que requeiram esforço físico por, no mínimo, 1 semana.

É fundamental lembrar que, assim que o paciente percebe a presença de sintomas como um caroço na lateral do pescoço, ele deve procurar um médico especialista. No caso do cisto branquial a recomendação é procurar um médico especialista em cabeça e pescoço.

radiofrequência nódulos de tireoide

Radiofrequência para tratamento dos nódulos de tireoide

Radiofrequência para tratamento dos nódulos de tireoide

Os avanços tecnológicos da área da saúde são sempre impressionantes, e uma das mais recentes técnicas que passou a ser utilizada para o tratamento de nódulos de tireoide é a radiofrequência.

Conforme dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a estimativa é de que os nódulos de tireoide afetam aproximadamente 60% da população, principalmente na faixa dos 50 anos de idade. Por isso, o desenvolvimento de técnicas menos invasivas para realizar o tratamento dos nódulos é um grande avanço.

Para entender quais as vantagens da técnica de radiofrequência para os pacientes e como ela funciona, acompanhe o nosso artigo.

O que são os nódulos de tireoide?

Os nódulos de tireoide podem surgir nas mais diversas situações, podendo ser desde o resultado de uma inflamação até mesmo algum tumor maligno.

A formação do nódulo de tireoide se dá pela aglomeração de células da glândula tireoide que se devolveram. Eles vêm acompanhados do aumento de tamanho da tireoide, às vezes dificuldade para respirar ou engolir e podem até mesmo alterar a produção de hormônios da glândula.

O diagnóstico pode ser feito através de exames de imagem como o ultrassom, mas também através de punção da tireoide ou biópsia. Nos casos em que a tireoide está muito grande ou de tumor maligno a recomendação geralmente é a cirurgia para a sua remoção. Entretanto, cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico especialista, que determinará qual é o melhor tratamento mais adequado.

Tratamento por radiofrequência dos nódulos de tireoide?

No início deste ano um novo equipamento para o tratamento de nódulos de tireoide foi regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e recebeu o código no rol de procedimentos da Associação Médica Brasileira (AMB).

Esse novo equipamento permite que os nódulos de tireoide possam ser tratados através de radiofrequência. O procedimento é feito com o auxílio de um ultrassom e consiste na introdução de uma agulha fina no nódulo. Essa agulha irá emitir ondas de calor.

As vantagens do tratamento do nódulo de tireoide por radiofrequência incluem:

  • como não há cortes, não há cicatrizes;
  • geralmente, o paciente pode ser dispensado da internação após a realização do procedimento;
  • os nódulos podem ser reduzidos em até 80% dos casos;
  • como não há a necessidade de remoção da tireoide, o paciente não precisará passar por reposição hormonal.

Sempre é importante lembrar que ao surgir qualquer sintoma, um médico deve ser procurado. O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso do tratamento.

glândula salivar sublingual

Glândula salivar sublingual: Descubra o que é e para que serve

Glândula salivar sublingual: Descubra o que é e para que serve

Você sabia que as pessoas possuem três grupos de glândulas salivares: as glândulas parótidas, as glândulas submandibulares e as glândulas salivares sublinguais? E que elas são encontradas em pares e estão posicionadas em diferentes regiões da cabeça e da boca? Sabia que existem diferentes doenças que podem acometer estas importantes glândulas do nosso organismo?

Neste artigo vamos trazer mais informações a respeito da glândula salivar sublingual, falar também sobre a sua importância e a quais sintomas é preciso ficar atento.

O que é a glândula salivar sublingual?

A glândula salivar sublingual é apenas uma dentre os três grupos de glândulas salivares que existem no nosso organismo. Elas estão localizadas em uma região chamada de assoalho da boca, ou seja, embaixo da língua, sendo que cada uma está localizada em um lado do assoalho.

O seu formato é parecido com o de uma amêndoa, e elas pesam algo em torno de 3 a 5 gramas. Como elas são pequenas, produzem somente cerca de 5% do total de saliva. Os dutos conectados a ela, que são responsáveis por levar a saliva produzida para a boca são pequenos e estão localizados também no assoalho da boca.

Importância da glândula salivar sublingual

Assim como as demais glândulas salivares, a função da glândula sublingual é produzir saliva. A saliva é uma importante secreção produzida pelo nosso organismo que é rica em enzimas, que são substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos.

Além destas enzimas, a saliva também contém anticorpos e outras substâncias que são responsáveis pela defesa do organismo e pela manutenção da saúde bucal.

Fique atento aos sinais

Existem diversas doenças que podem afetar as glândulas salivares como, por exemplo, a caxumba, inflamações, infecções, cálculos, entupimento dos dutos e até mesmo tumores. Por isso é importante ficar atento a qualquer sintoma, e procurar ajuda médica sempre que perceber o surgimento de qualquer um deles.

Os principais sintomas de doenças nas glândulas salivares são: dor, principalmente quando associada às refeições; inchaço das glândulas e boca seca constantemente. No caso das glândulas salivares sublinguais, as neoplasias são mais frequentes do que nas parótidas ou submandibulares, por isso é sempre importante consultar um médico especialista para fazer o diagnóstico corretamente.

doença das glândulas salivares

Doenças das glândulas salivares: Descubra o que é e como tratar

Doenças das glândulas salivares: Descubra o que é e como tratar

Antes de conhecer mais a respeito das doenças das glândulas salivares, é importante saber que existem três grupos de glândulas salivares. As maiores são as parótidas localizadas logo à frente dos ouvidos. Os outros dois grupos são menores, sendo que as sublinguais estão abaixo da língua e as submandibulares estão abaixo do maxilar.

As glândulas salivares são responsáveis pela produção de saliva, que é uma secreção que ajuda na digestão dos alimentos. Com uma produção insuficiente de saliva, a boca fica seca favorecendo o aparecimento de cáries.

Quais são as doenças das glândulas salivares?

Um das doenças que afetam estas glândulas são os cálculos. Eles se formam a partir dos sais presentes na saliva em casos de desidratação ou do uso de medicamentos que diminuem a produção de saliva. Os cálculos entopem o duto que leva a saliva para a boca, provocando uma inflamação.

As infecções também ocorrem quando o fluxo de saliva é reduzido, e são mais comuns nas glândulas parótidas. Pessoas entre 50 e 60 anos, que possuem síndrome de Sjögren ou que passaram por radioterapia na região têm maior predisposição a estas inflamações. Pode inclusive haver secreção de pus da glândula salivar.

Algumas doenças podem provocar o inchaço das glândulas, como é o caso de caxumba, bulimia, diabetes mellitus e até mesmo um tumor. Ferimentos provocados por uma mordida acidental do lábio também podem resultar em inchaço.

Como é feito o diagnóstico?

A maioria das doenças das glândulas salivares são causados ou resultam na baixa produção de saliva. Para verificar como é a produção há a necessidade de ordenhar a glândula ou através da sialoendoscopia.

Em alguns casos pode ser necessário realizar uma biópsia, tomografia computadorizada, ultrassonografia. Portanto, é importante ficar atento à boca seca constante e ao surgimento de dor ou inchaço onde as glândulas estão localizadas, principalmente após as refeições. Além disso, procure um médico especialista assim que os primeiros sintomas surgirem.

Como é o tratamento?

Para cada causa de doença da glândula salivar existem diferentes tipos de tratamento. No caso dos cálculos, pode ser necessários fazer uso de analgésicos, ingerir bastante líquido, realizar massagem e compressa nas glândulas.

Já quando as infecções estão presentes, há a necessidade do uso de antibióticos, além de compressas e massagens. Caso haja pus pode ser preciso realizar uma drenagem. E para os casos em que é constatada a presença de um tumor, pode ser necessários realizar a remoção da glândula através de cirurgia.

Por isso é fundamental consultar um médico especialista e seguir as suas orientações de tratamento. O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso de qualquer tratamento.

câncer pescoço maligno

Câncer no pescoço maligno tem cura? Descubra os tratamentos

Câncer no pescoço maligno tem cura? Descubra os tratamentos

Você descobriu que está com um câncer maligno no pescoço e está preocupado com o que isso poderá trazer de diferente para a sua vida e, principalmente, se ele tem cura. Para te ajudar a tirar algumas dúvidas, veja o artigo que preparamos.

O que é o câncer maligno no pescoço?

O ser humano possui mais de 10 trilhões de células pelo organismo. Elas são divididas em diferentes tipos que vão formar os nossos órgãos e tecidos. Quando não estamos doentes, o organismo funciona perfeitamente e cada uma destas células desempenha a sua função.

Apesar disso, às vezes algumas das células do nosso organismo começam a se dividir de forma desordenada, o que não acontece com as células saudáveis. Quando isso acontece a divisão é bastante rápida, podendo até mesmo se espalhar pelo corpo. Esse processo é chamado na medicina de câncer.

No caso do pescoço, essa divisão desenfreada pode acontecer com as células da garganta, da faringe, da laringe, da tireoide, dentre outras. O câncer de pescoço mais comumente diagnosticado, é o câncer da tireoide.

Os sintomas mais comuns que os pacientes relatam são:

  • a presença de caroço no pescoço que continua a crescer;
  • alterações na voz, como rouquidão;
  • dificuldade para engolir;
  • dores de garganta;
  • perda de peso sem motivo.

O importante é procurar a ajuda de um especialista assim que perceber a presença de qualquer um destes sintomas. Afinal, quando antes o câncer for diagnosticado, maiores são as chances de sucesso do tratamento.

Qual o tratamento para câncer maligno no pescoço?

O tratamento para o câncer de pescoço depende muito da localização do tumor, qual estágio em que a doença se encontra e das condições físicas do paciente. Somente um médico é capaz de avaliar os casos individualmente e propor o tratamento que melhor se adeque ao paciente.

Há diferentes tipos de abordagem que podem ser recomendadas pelo médico. Elas incluem cirurgia para realizar a remoção do tumor, geralmente é cirurgia é realizada junto com a radioterapia e/ou a quimioterapia.

É importante dizer que não há uma ordem certa para a realização destes tratamentos, nem mesmo há a necessidade de realização de todos eles. Como dissemos, cada caso deve ser avaliado individualmente. O essencial neste momento é seguir as orientações médicas.

Dito isso, nunca é demais reforçar, que o diagnóstico precoce de tumores malignos é essencial.

punção tireoide preparo

Punção de tireoide: Descubra como se preparar para o procedimento

Punção de tireoide: Descubra como se preparar para o procedimento

Conhecer qual é o preparo para a punção de tireoide é fundamental para garantir a realização de um exame que produza resultados confiáveis. E esse preparo é bastante simples.

Este artigo vai te contar mais a sobre a punção de tireoide e como se preparar adequadamente para ele.

Porque fazer a punção de tireoide?

A punção de tireoide é um exame indicado para investigar nódulos que podem aparecer nesta região. Ela pode identificar se estes nódulos são benignos ou neoplasias (tumores). As recomendações do exame são:

  • em pacientes que possuem histórico familiar de nódulos na tireoide;
  • quando o paciente notar a presença de nódulos ou de crescimento de algum nódulo já existente;
  • histórico de tratamento com radiação no pescoço;
  • alterações suspeitas no exame de ultrassonografia.

Vale ressaltar que os casos devem ser avaliados individualmente por um médico especialista, sendo ele o único profissional capacitado para indicar a melhor forma de diagnóstico ou de tratamento.

Como é feita a punção de tireoide?

A punção de tireoide é um exame bastante simples, que pode ser realizado tanto em clínicas especializadas, como em laboratório ou hospitais.

O objetivo deste exame é conseguir retirar algumas células do nódulo da tireoide, enviando-as para o laboratório para realizar a análise. Para conseguir retirar estas células é utilizada uma agulha bem fina, tanto é que o nome deste exame é PAAF, ou punção aspirativa com agulha fina.

Para auxiliar na punção, o médico utiliza um ultrassom. Ele é utilizado para guiar o médico de forma que ele consiga fazer a punção exatamente no local em que se encontra o nódulo.

Como é o preparo para a punção de tireoide?

Antes de explicar como é o preparo para a punção de tireoide é importante mencionar que este não é doloroso e que é realizado com anestesia local. Além disso, o exame é rápido e um pequeno curativo é feito ao final do procedimento.

A recomendação de preparo para a punção da tireoide é que se evite gritar, mas pode falar normalmente. Além disso, os pacientes que estejam tomando anticoagulante devem suspender o uso nos 3 dias que antecedem o exame. Esforço físico e com o pescoço devem ser evitados nas 24 horas após o exame.

Consulte sempre um médico especialista caso qualquer problema de saúde ou alteração surja.

glandulas paroditas inchadas

Glândulas parótidas inchadas: Descubra o que fazer

Glândulas parótidas inchadas: Descubra o que fazer

Se você está sentindo dor e um aparente aumento de volume na região do maxilar, logo à frente das orelhas podem ser as glândulas parótidas inchadas.

As glândulas parótidas são as maiores glândulas salivares do organismo e elas são muito importantes para a manutenção da boa saúde bucal. Quando há problemas como a formação de cálculos nas glândulas, infecções e disfunções ela pode ficar inchada.

Neste artigo vamos te contar o que fazer caso se depare com as suas glândulas parótidas inchadas.

Porque as glândulas parótidas incham?

Os cálculos das glândulas salivares podem ser o resultado de desidratação ou do uso de medicamentos e podem resultar na diminuição na produção de saliva. Pessoas que têm gota também apresentam maior predisposição a desenvolver estes cálculos.

Infecções também podem provocar o bloqueio das glândulas, resultando em inchaço. Elas são mais comuns em pessoas a partir dos 50 anos, que tenham Síndrome de Sjögren ou que tenham passado por radioterapia na região.

Um dos motivos das glândulas parótidas inchadas pode ser também a presença de tumores, sejam eles benignos ou malignos. Nestes casos o inchaço é mais consistente e deixa a glândula com uma consistência bem rígida, móvel ou aderida aos tecidos próximos.

O que devo fazer ao perceber o inchaço?

A primeira medida a tomar assim que você notar qualquer alteração no seu corpo é procurar um médico que seja especialista. No caso de inchaço nas glândulas parótidas a recomendação é procurar um cirurgião de cabeça e pescoço.

Somente após a realização de exames clínicos e laboratoriais o médico poderá fazer um diagnóstico do paciente e encaminhar para o tratamento adequado.

Vale ressaltar que o diagnóstico e tratamento precoce são sempre a melhor forma de tratar qualquer doença, evitando complicações.

Como diagnosticar a causa do inchaço?

Há diferentes formas de realizar o diagnóstico da causa do inchaço das glândulas parótidas, os mais comuns são: biopsia, endoscopia e exames de imagem.

Quando o motivo do inchaço é a obstrução da glândula por cálculos, ela está relacionada ao momento das refeições. Outra forma de se realizar o diagnóstico é através da realização de sialoendoscopia, que consiste em utilizar pequenos tubos com câmeras para visualizar os ductos das glândulas salivares.

Para a confirmação do diagnóstico de tumores e se eles são benignos ou malignos é fundamental que uma biópsia seja realizada.

hipotireoidismo

Tudo sobre Hipotireoidismo: Causas, sintomas e tratamentos

Tudo sobre Hipotireoidismo: causas, sintomas e tratamentos

O hipotireoidismo pode ser o motivo pelo qual você se sente cansado sem explicação aparente ou tem aquela sensação de fadiga que aparece, e nessa correria do dia a dia acaba deixada de lado.

Ele também pode ser o motivo da sua pele ficar mais ressecada e fazer com que precise utilizar um hidratante mais potente. Pode ainda provocar a prisão de ventre que o remedinho da farmácia ajuda a tratar, e até mesmo resultar em um leve aumento de peso sem razão, que talvez possa ser resolvido com uma “dietinha”.

Estes sintomas de hipotireoidismo aparecem lentamente. Por conta disso, não causam tanto alarde, mas com o passar do tempo os sintomas podem se agravar e podem trazer sérias consequências ao nosso organismo.

A seguir vamos abordar as possíveis causas, principais sintomas e os tratamentos.

Causas do Hipotireoidismo

O hipotireoidismo é uma das alterações mais comuns na tireoide. Ele ocorre quando a glândula produz menos hormônios do que o normal. Com isto, algumas funções ficam comprometidas e órgãos vitais podem ser prejudicados.

Um dos principais motivos para o surgimento dessa disfunção é a Tireoidite de Hashimoto, porém não há uma única causa do hipotireoidismo. Outras causas são doenças congênitas ou autoimunes, uso de medicamentos que alteram os hormônios da tireoide, deficiência de iodo e até mesmo em decorrência de uma gravidez.

O hipotireoidismo também pode afetar os recém-nascidos. Por isto a realização do “Teste do Pezinho” é importante para o diagnóstico, permitindo que o tratamento seja iniciado imediatamente.

A doença também é muito comum em mulheres que tenham mais de 60 anos, e que tem casos de hipotireoidismo na família.

Sintomas do Hipotireoidismo

Como o hipotireoidismo faz com que o organismo funcione de forma mais lenta, alguns sintomas podem ser confundidos com situações mais simples.

E, embora os sintomas não pareçam tão sérios, quando não tratados corretamente podem se agravar e até serem fatais. Por isso é preciso ficar atento aos sintomas
Confira abaixo quais os sintomas mais comuns:

Depressão

Nem todas as pessoas diagnosticadas com depressão também tem hipotireoidismo, porém, mais da metade dos pacientes com essa disfunção na tireoide apresentam sintomas comuns da depressão.

Desaceleração dos batimentos cardíacos

Com a baixa produção de hormônios, o coração diminui o bombeamento de sangue, por isso os batimentos ficam mais lentos.

Intestino preso

Este é um dos sintomas mais comuns para quem tem hipotireoidismo. A constipação também pode ser causada por outros fatores, mas está diretamente ligada a essa disfunção da glândula.

Menstruação irregular

Até o ciclo menstrual pode ficar irregular quando os hormônios da tireoide não estão controlados. O resultado é que tanto os dias do ciclo, quanto o fluxo podem ser alterados.

Diminuição da memória

A diminuição da memória, bem como a dificuldade para manter a concentração e a lentidão psicomotora também podem estar associadas com hipotireoidismo.

Cansaço excessivo

Os hormônios da tireoide são responsáveis pelo funcionamento do nosso metabolismo basal. Quando há um desequilíbrio e a glândula produz menos hormônios que o necessário, o metabolismo fica mais lento e o cansaço excessivo é uma das consequências.

Dores musculares

O descontrole na produção dos hormônios também pode trazer como consequência dores e fraqueza muscular, além de câimbras.

Sonolência excessiva

Com o metabolismo funcionando mais devagar, o paciente com hipotireoidismo também sente bastante sono.

Pele seca

O ressecamento da pele também é muito comum. Além disso ele também é frequente durante a menopausa, podendo ser confundidos num primeiro momento.

Queda de cabelo

Esse desequilíbrio hormonal pode afetar as células dos folículos pilosos, o que pode levar a queda do cabelo.

Ganho de peso

O aumento do peso talvez seja um dos sintomas mais desagradáveis do hipotireoidismo. Isto porque, com o metabolismo mais lento, há uma maior retenção de líquido também contribui para a diferença sentida na balança.

Aumento do colesterol no sangue

O aumento do colesterol ocorre porque nosso organismo não consegue metabolizar as gorduras da maneira adequada, o que provoca o excesso dessas gorduras no sangue.

Diagnóstico do Hipotireoidismo

Quando o paciente observa a presença destes sintomas, é essencial procurar um médico, para que o hipotireoidismo possa ser corretamente diagnosticado. A doença pode ser detectada com um simples exame de sangue, que avalia as quantidades de hormônios e as funções da tireoide.

Caso seja necessário, seu médico pode pedir outros exames complementares.

Tratamentos para o Hipotireoidismo

Como já abordamos, o hipotireoidismo não possui causas específicas. Então é importante ficar atento ao surgimento de sintomas e buscar um médico especialista para fazer o diagnóstico.

De forma geral, o tratamento é feito com reposição hormonal e deve ser feito pela vida toda. A dosagem de hormônio varia de um paciente para outro, e podem ser necessários testes para descobrir a dosagem ideal para cada um.

Uma alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas regulares também ajudam tanto nos casos de hipotireoidismo, quanto na manutenção da saúde em geral.