cisto branquial

O que é o cisto branquial e qual é o tratamento?

O que é o cisto branquial e qual é o tratamento?

As dúvidas sobre os cistos branquiais são inúmeras. As pessoas que receberam este diagnóstico ou conhecem alguém que foi diagnosticado com este cisto sempre se perguntam o que ele é, como este cisto pode se formar e qual é o tratamento.

Estas dúvidas são perfeitamente normais, e para te ajudar a entender melhor o que estes cistos podem ser preparamos este artigo.

O que é um cisto branquial?

Durante o desenvolvimento do embrião, antes ao nosso nascimento, surgem as chamadas fendas branquiais, e conforme o mesmo vai crescendo, essas fendas são absorvidas. Entretanto, em algumas pessoas, essa reabsorção não ocorre corretamente, resultando em um cisto, que é chamado de cisto congênito, ou seja, o paciente já nasceu com ele.

Apesar de surgir na fase embrionária, o diagnóstico não é possível neste período. Geralmente os primeiros sintomas surgem na adolescência, quando o cisto, que fica localizado na lateral do pescoço, começa a crescer e se torna visível, palpável e até mesmo doer.

O diagnóstico correto feito por um médico especialista é essencial. Isso porque o cisto branquial é um tumor benigno que pode resultar em dor local e ainda estar associado a inflamação na orofaringe e na boca, ocasiões em que o cisto pode crescer ainda mais. Há ainda casos em que ele pode ser acometido por algum tipo de infecção.

Como é o tratamento do cisto branquial?

A boa notícia é que há tratamento para o cisto branquial, e isso se dá exclusivamente por um procedimento cirúrgico que resulta na remoção deste cisto. Essa remoção é importante para evitar inflamações e infecções região.

Esta é considerada uma cirurgia de médio porte, sendo que o grau de complexidade varia em cada caso e depende da anatomia que o cisto apresenta. Dito isto, é importante procurar um profissional que esteja capacitado para a realização do procedimento, e quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor.

Após a cirurgia o paciente habitualmente fica internado por cerca de um dia. Após a alta do hospital o paciente deverá ficar em repouso, podendo realizar atividades do dia-a-dia, mas evitar atividades que requeiram esforço físico por, no mínimo, 1 semana.

É fundamental lembrar que, assim que o paciente percebe a presença de sintomas como um caroço na lateral do pescoço, ele deve procurar um médico especialista. No caso do cisto branquial a recomendação é procurar um médico especialista em cabeça e pescoço.

radiofrequência nódulos de tireoide

Radiofrequência para tratamento dos nódulos de tireoide

Radiofrequência para tratamento dos nódulos de tireoide

Os avanços tecnológicos da área da saúde são sempre impressionantes, e uma das mais recentes técnicas que passou a ser utilizada para o tratamento de nódulos de tireoide é a radiofrequência.

Conforme dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a estimativa é de que os nódulos de tireoide afetam aproximadamente 60% da população, principalmente na faixa dos 50 anos de idade. Por isso, o desenvolvimento de técnicas menos invasivas para realizar o tratamento dos nódulos é um grande avanço.

Para entender quais as vantagens da técnica de radiofrequência para os pacientes e como ela funciona, acompanhe o nosso artigo.

O que são os nódulos de tireoide?

Os nódulos de tireoide podem surgir nas mais diversas situações, podendo ser desde o resultado de uma inflamação até mesmo algum tumor maligno.

A formação do nódulo de tireoide se dá pela aglomeração de células da glândula tireoide que se devolveram. Eles vêm acompanhados do aumento de tamanho da tireoide, às vezes dificuldade para respirar ou engolir e podem até mesmo alterar a produção de hormônios da glândula.

O diagnóstico pode ser feito através de exames de imagem como o ultrassom, mas também através de punção da tireoide ou biópsia. Nos casos em que a tireoide está muito grande ou de tumor maligno a recomendação geralmente é a cirurgia para a sua remoção. Entretanto, cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico especialista, que determinará qual é o melhor tratamento mais adequado.

Tratamento por radiofrequência dos nódulos de tireoide?

No início deste ano um novo equipamento para o tratamento de nódulos de tireoide foi regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e recebeu o código no rol de procedimentos da Associação Médica Brasileira (AMB).

Esse novo equipamento permite que os nódulos de tireoide possam ser tratados através de radiofrequência. O procedimento é feito com o auxílio de um ultrassom e consiste na introdução de uma agulha fina no nódulo. Essa agulha irá emitir ondas de calor.

As vantagens do tratamento do nódulo de tireoide por radiofrequência incluem:

  • como não há cortes, não há cicatrizes;
  • geralmente, o paciente pode ser dispensado da internação após a realização do procedimento;
  • os nódulos podem ser reduzidos em até 80% dos casos;
  • como não há a necessidade de remoção da tireoide, o paciente não precisará passar por reposição hormonal.

Sempre é importante lembrar que ao surgir qualquer sintoma, um médico deve ser procurado. O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso do tratamento.

glândula salivar sublingual

Glândula salivar sublingual: Descubra o que é e para que serve

Glândula salivar sublingual: Descubra o que é e para que serve

Você sabia que as pessoas possuem três grupos de glândulas salivares: as glândulas parótidas, as glândulas submandibulares e as glândulas salivares sublinguais? E que elas são encontradas em pares e estão posicionadas em diferentes regiões da cabeça e da boca? Sabia que existem diferentes doenças que podem acometer estas importantes glândulas do nosso organismo?

Neste artigo vamos trazer mais informações a respeito da glândula salivar sublingual, falar também sobre a sua importância e a quais sintomas é preciso ficar atento.

O que é a glândula salivar sublingual?

A glândula salivar sublingual é apenas uma dentre os três grupos de glândulas salivares que existem no nosso organismo. Elas estão localizadas em uma região chamada de assoalho da boca, ou seja, embaixo da língua, sendo que cada uma está localizada em um lado do assoalho.

O seu formato é parecido com o de uma amêndoa, e elas pesam algo em torno de 3 a 5 gramas. Como elas são pequenas, produzem somente cerca de 5% do total de saliva. Os dutos conectados a ela, que são responsáveis por levar a saliva produzida para a boca são pequenos e estão localizados também no assoalho da boca.

Importância da glândula salivar sublingual

Assim como as demais glândulas salivares, a função da glândula sublingual é produzir saliva. A saliva é uma importante secreção produzida pelo nosso organismo que é rica em enzimas, que são substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos.

Além destas enzimas, a saliva também contém anticorpos e outras substâncias que são responsáveis pela defesa do organismo e pela manutenção da saúde bucal.

Fique atento aos sinais

Existem diversas doenças que podem afetar as glândulas salivares como, por exemplo, a caxumba, inflamações, infecções, cálculos, entupimento dos dutos e até mesmo tumores. Por isso é importante ficar atento a qualquer sintoma, e procurar ajuda médica sempre que perceber o surgimento de qualquer um deles.

Os principais sintomas de doenças nas glândulas salivares são: dor, principalmente quando associada às refeições; inchaço das glândulas e boca seca constantemente. No caso das glândulas salivares sublinguais, as neoplasias são mais frequentes do que nas parótidas ou submandibulares, por isso é sempre importante consultar um médico especialista para fazer o diagnóstico corretamente.

doença das glândulas salivares

Doenças das glândulas salivares: Descubra o que é e como tratar

Doenças das glândulas salivares: Descubra o que é e como tratar

Antes de conhecer mais a respeito das doenças das glândulas salivares, é importante saber que existem três grupos de glândulas salivares. As maiores são as parótidas localizadas logo à frente dos ouvidos. Os outros dois grupos são menores, sendo que as sublinguais estão abaixo da língua e as submandibulares estão abaixo do maxilar.

As glândulas salivares são responsáveis pela produção de saliva, que é uma secreção que ajuda na digestão dos alimentos. Com uma produção insuficiente de saliva, a boca fica seca favorecendo o aparecimento de cáries.

Quais são as doenças das glândulas salivares?

Um das doenças que afetam estas glândulas são os cálculos. Eles se formam a partir dos sais presentes na saliva em casos de desidratação ou do uso de medicamentos que diminuem a produção de saliva. Os cálculos entopem o duto que leva a saliva para a boca, provocando uma inflamação.

As infecções também ocorrem quando o fluxo de saliva é reduzido, e são mais comuns nas glândulas parótidas. Pessoas entre 50 e 60 anos, que possuem síndrome de Sjögren ou que passaram por radioterapia na região têm maior predisposição a estas inflamações. Pode inclusive haver secreção de pus da glândula salivar.

Algumas doenças podem provocar o inchaço das glândulas, como é o caso de caxumba, bulimia, diabetes mellitus e até mesmo um tumor. Ferimentos provocados por uma mordida acidental do lábio também podem resultar em inchaço.

Como é feito o diagnóstico?

A maioria das doenças das glândulas salivares são causados ou resultam na baixa produção de saliva. Para verificar como é a produção há a necessidade de ordenhar a glândula ou através da sialoendoscopia.

Em alguns casos pode ser necessário realizar uma biópsia, tomografia computadorizada, ultrassonografia. Portanto, é importante ficar atento à boca seca constante e ao surgimento de dor ou inchaço onde as glândulas estão localizadas, principalmente após as refeições. Além disso, procure um médico especialista assim que os primeiros sintomas surgirem.

Como é o tratamento?

Para cada causa de doença da glândula salivar existem diferentes tipos de tratamento. No caso dos cálculos, pode ser necessários fazer uso de analgésicos, ingerir bastante líquido, realizar massagem e compressa nas glândulas.

Já quando as infecções estão presentes, há a necessidade do uso de antibióticos, além de compressas e massagens. Caso haja pus pode ser preciso realizar uma drenagem. E para os casos em que é constatada a presença de um tumor, pode ser necessários realizar a remoção da glândula através de cirurgia.

Por isso é fundamental consultar um médico especialista e seguir as suas orientações de tratamento. O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso de qualquer tratamento.

câncer pescoço maligno

Câncer no pescoço maligno tem cura? Descubra os tratamentos

Câncer no pescoço maligno tem cura? Descubra os tratamentos

Você descobriu que está com um câncer maligno no pescoço e está preocupado com o que isso poderá trazer de diferente para a sua vida e, principalmente, se ele tem cura. Para te ajudar a tirar algumas dúvidas, veja o artigo que preparamos.

O que é o câncer maligno no pescoço?

O ser humano possui mais de 10 trilhões de células pelo organismo. Elas são divididas em diferentes tipos que vão formar os nossos órgãos e tecidos. Quando não estamos doentes, o organismo funciona perfeitamente e cada uma destas células desempenha a sua função.

Apesar disso, às vezes algumas das células do nosso organismo começam a se dividir de forma desordenada, o que não acontece com as células saudáveis. Quando isso acontece a divisão é bastante rápida, podendo até mesmo se espalhar pelo corpo. Esse processo é chamado na medicina de câncer.

No caso do pescoço, essa divisão desenfreada pode acontecer com as células da garganta, da faringe, da laringe, da tireoide, dentre outras. O câncer de pescoço mais comumente diagnosticado, é o câncer da tireoide.

Os sintomas mais comuns que os pacientes relatam são:

  • a presença de caroço no pescoço que continua a crescer;
  • alterações na voz, como rouquidão;
  • dificuldade para engolir;
  • dores de garganta;
  • perda de peso sem motivo.

O importante é procurar a ajuda de um especialista assim que perceber a presença de qualquer um destes sintomas. Afinal, quando antes o câncer for diagnosticado, maiores são as chances de sucesso do tratamento.

Qual o tratamento para câncer maligno no pescoço?

O tratamento para o câncer de pescoço depende muito da localização do tumor, qual estágio em que a doença se encontra e das condições físicas do paciente. Somente um médico é capaz de avaliar os casos individualmente e propor o tratamento que melhor se adeque ao paciente.

Há diferentes tipos de abordagem que podem ser recomendadas pelo médico. Elas incluem cirurgia para realizar a remoção do tumor, geralmente é cirurgia é realizada junto com a radioterapia e/ou a quimioterapia.

É importante dizer que não há uma ordem certa para a realização destes tratamentos, nem mesmo há a necessidade de realização de todos eles. Como dissemos, cada caso deve ser avaliado individualmente. O essencial neste momento é seguir as orientações médicas.

Dito isso, nunca é demais reforçar, que o diagnóstico precoce de tumores malignos é essencial.

parotidectomia pós operatório

Parotidectomia: Saiba tudo sobre o pós-operatório

Parotidectomia: Saiba tudo sobre o pós-operatório

A parotidectomia é um dos principais tratamentos para o câncer das glândulas salivares. Essas glândulas são essenciais para o ser humano e estão divididas em dois grupos: as maiores e as menores. As parótidas são as maiores, localizadas na lateral da face.  E as menores são as glândulas sublinguais e as glândulas submandibulares, localizadas no assoalho bucal. Quando falamos sobre o pós-operatório da parotidectomia, estamos nos referindo ao procedimento de remoção total ou parcial dessas glândulas especificamente.

Quer entender melhor como funciona o procedimento e quais são os cuidados que devem ser tomados no pós-operatório da parotidectomia? Confira o artigo que preparei para você e saiba tudo sobre o assunto.

Como funciona a parotidectomia?

A parotidectomia consiste na ressecção da glândula parótida. Esse procedimento é realizado para tratar os tumores no local, sejam eles benignos ou malignos. Existem três diferenças primordiais entre os tipos de cirurgia (total, parcial ou superficial), mas o prognóstico adequado só pode ser indicado por um médico especialista no assunto.

É essencial ficar atento aos sintomas, pois a doença tem chances muito mais altas de cura sem sequelas quando é identificada mais cedo.

Como funciona o pós-operatório da parotidectomia?

O pós-operatório da parotidectomia dependerá do tipo de abordagem que foi necessária e também da extensão da cirurgia que foi realizada. Muitas vezes, por exemplo, o nervo facial acaba sendo invadido pelo tumor e pode ser danificado, causando a paralisia facial do paciente, o que pode levar a problemas na fala e deglutição. Para contornar essa questão, será necessário o acompanhamento de um fonoaudiólogo e nutricionista, por exemplo.

De maneira geral, o pós-operatório da parotidectomia costuma ser tranquilo, uma vez que o procedimento dificilmente apresenta complicações e geralmente segue bem. Costuma ser pouco doloroso e sem restrições de alimentação. Pode ocorrer inchaço no local e às vezes até acúmulo de saliva abaixo da incisão (fístula salivar), mas geralmente estas complicações se resolvem com curativo e outras medidas simples. É preciso, porém, privar-se de esforço físico.

Tireoidectomia

Tireoidectomia: Todos os cuidados para uma cirurgia segura

Tireoidectomia: Todos os cuidados para uma cirurgia segura

A tireoidectomia é uma cirurgia que consiste na retirada parcial ou total da glândula tireoide. De maneira geral, é indicada para pacientes com diagnósticos de câncer no local, nódulos, bócio ou hipertireoidismo — devido ao funcionamento exacerbado da mesma.

A cirurgia é sempre realizada sob o efeito de uma anestesia geral e costuma durar, em média, duas horas. É um procedimento bastante seguro de ser realizado, porém, como qualquer cirurgia, conta com alguns riscos, por isso é preciso seguir as recomendações de pré e pós-operatórios à risca.

Cuidados no pré-operatório da tireoidectomia

Antes da internação hospitalar é indicado que o paciente mantenha hábitos saudáveis, de forma que suas ações não interfiram na anestesia geral. Praticar atividades físicas, não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e se alimentar de forma balanceada são algumas recomendações.

Também é preciso cuidar corretamente de outras enfermidades que o paciente possa vir a ter, como diabetes ou colesterol alto. Além disso, é necessário jejum de total de oito horas, devido a intubação proveniente da anestesia. Lembre-se de levar todos os seus exames na hora da internação.

Pós-operatório da tireoidectomia

Na ausência de complicações é possível receber alta no dia seguinte a cirurgia. Ainda assim é preciso ficar de resguardo e evitar as atividades cotidianas por ao menos uma semana.

No pós-operatório da tireoidectomia é necessário que o paciente evite movimentos bruscos. É proibido abaixar a cabeça ou fazer esforços físicos. Além disso, é preciso que a cabeça fique em uma posição inclinada de cerca de 30°, de forma a evitar que a pele da região operada fique esticada.

Normalmente o paciente tem alta em um ou dois dias, voltando após três para a retirada dos pontos. O paciente sai do hospital com um curativo no pescoço, que também é retirado 3 dias depois da cirurgia. Ele é colocado para proteger a cicatrização de possíveis bactérias e corpos estranhos. Além disso é possível que um dreno seja mantido para retirar o excesso de líquido acumulado no ferimento.

O pós-operatório dura cerca de 15 dias e não é necessário repouso total. Pode-se andar e trabalhar normalmente na semana seguinte do procedimento. Em alguns casos o especialista pode indicar um tratamento extra com iodo radioativo com a função de destruir células malignas do corpo.

Complicações mais frequentes

Apesar da cirurgia raramente apresentar complicações, é preciso preparar-se para imprevistos. As complicações mais comuns são:

  • hematoma no local — acúmulo de sangue que pode levar à dor e dificuldade de respirar;
  • rouquidão — alteração na voz. Na maior parte das vezes é temporária, mas em alguns casos, também pode ser definitiva. É possível reabilitar-se com uma fonoaudióloga;
  • hipoparatireoidismo — com a retirada da glândula, o hormônio PTH não é mais produzido. O tratamento é feito a partir da reposição do mesmo ou de cálcio, vitamina D e diuréticos.

Além disso, as pessoas que retirarem a tireoide deverão substituir os hormônios naturalmente produzidos nessa glândula por suplementos de cálcio e vitamina D. Esses remédios são, normalmente, consumidos ao acordar e em jejum. Essa reposição hormonal é recomendada caso a tireoide seja retirada totalmente. A ausência dos hormônios originais podem causar cãibras, cansaço muscular e formigamento.

sintomas-de tumor glândula parótida

8 Sintomas de Tumor na Glândula Parótida

8 Sintomas de Tumor na Glândula Parótida

Hoje selecionei os mais comuns sintomas de tumor na glândula parótida e seus principais tratamentos. Essas glândulas estão localizadas sob a língua e também em suas laterais, sendo a principal fonte de secreção de saliva, auxiliando na deglutição dos alimentos.

Vale a pena salientar que os tumores podem ser benignos ou malignos. O mais comum é o aparecimento do tumor benigno, chamado de adenoma pleomórfico. Algumas vezes os tumores benignos podem tornar-se malignos, mas isso não é o mais comum. 

Os tumores malignos, por sua vez, tem um processo de crescimento mais acentuado, são maiores e criam nódulos disformes. O tumor na Glândula Parótida mais comum é o chamado “carcinoma mucoepidermóide” e oferecem o risco de metástase para os gânglios linfáticos.

Afinal, quais são os sintomas de tumor na glândula parótida?

Querer saber quais são os sintomas de tumor glândula parótida é o primeiro passo para manter-se sempre saudável, já que ao primeiro sinal de que algo não anda como deveria, você saberá que precisa buscar auxílio médico.

É importante salientar que grande parte desses tumores aparece sem dor, apenas como uma massa aparente. A dor é causada especialmente quando os tumores atingem nervos, acusando o local atingido e até mesmo reações na capacidade de coordenação.

O diagnóstico médico será realizado por meio de biópsia com uso de uma agulha. Exames, como a ressonância magnética, ultrassom e tomografia podem ser realizados para verificar o tamanho da doença.

Para quem está em dúvida, existem alguns sintomas que é possível prestar atenção para evitar maiores complicações. Porém, é importante afirmar que o câncer malígno nas glândulas parótidas é pouco comum, sendo que mais de 50% dos casos são benignos.

Separamos os principais pontos de atenção. Confira:

  1. massa ou nódulo no rosto, pescoço ou boca;
  2. dor contínua no rosto, pescoço ou boca;
  3. diferença entre o tamanho ou forma de um dos lados do rosto ou pescoço, comparado com o lado contralateral;
  4. dormência ou formigamento em parte do rosto;
  5. fraqueza nos músculos do rosto, com dificuldade de movimentação;
  6. problemas para abrir a boca amplamente;
  7. drenagem de líquido do ouvido;
  8. dificuldade para engolir.

Quais são os principais tratamentos para os tumores na glândula parótida?

A cirurgia é a principal forma de tratamento, cessando com os sintomas de tumor glândula parótida. na maior parte das vezes, remove-se o tumor e ainda uma quantidade de tecido que estava nas imediações, a fim de garantir que todas as células infectadas tenham sido removidas.

Em determinadas situações, a cirurgia pode ser delicada, já que também lida com os nervos que controlam a face. Se o nervo é lesionado durante o procedimento, o paciente tem a chance de perder o controle dos músculos, causando problemas na hora da fala e também da deglutição. Dependendo da extensão da cirurgia, a aparência da face também pode sofrer alterações.

Como evitar tumores na glândula parótida?

Não há um fator de risco específico para esse tipo de câncer e não é uma doença caracterizada como hereditária. Porém, é importante manter uma vida saudável para diminuir riscos. Dieta com vitaminas e poucas gorduras saturadas, evitar o fumo e realizar exercícios físicos.

Exame de Videolaringoscopia

Exame de Videolaringoscopia: Como é Feito?

Exame de Videolaringoscopia: Como é Feito?

Dentre os exames de imagem existentes, o exame de videolaringoscopia é um dos mais importantes para atestar a saúde da região interna do pescoço. Muitas pessoas, porém, não entendem muito bem como ele ocorre e ficam receosas na hora de marcá-lo com um profissional da área.

Não é preciso se preocupar! Hoje nós vamos te explicar o que é o exame de videolaringoscopia e te mostrar exatamente como é feito. Dessa forma você garante que terá o diagnóstico correto para si. Veja e descubra!

O que é o exame de videolaringoscopia?

Em suma, o exame de videolaringoscopia é um exame de imagem médico que tem como objetivo principal investigar todas as estruturas da boca, orofaringe, hipofaringe e laringe. Se você está apresentando sintomas como rouquidão, tosse crônica ou dificuldade de engolir, por exemplo, seu médico irá te indicar esse exame.

Profissionais que trabalham com a voz, como cantores, palestrantes, locutores ou professores também devem realizar o exame periodicamente, pois podem apresentar desgaste e alterações nas cordas vocais.

Como é feito o exame de videolaringoscopia?

O exame de videolaringoscopia é um procedimento bastante simples. É realizado no próprio consultório médico, muitas vezes apenas com uma anestesia local em forma de spray, caso o paciente apresente náuseas.

A videolaringoscopia é absolutamente indolor, é rápido e pode gerar apenas um leve desconforto. É considerado um procedimento muito simples e não há nenhuma restrição às atividades do paciente depois de sua realização.
Não é necessário sedação, jejum ou a presença de acompanhantes, e geralmente o já sai do consultório com o resultado em mãos.

O exame é realizado por meio de um aparelho endoscópico acoplado em um sistema de vídeo. Isso permite que sejam observadas e gravadas imagens do caminho percorrido para análise posterior.

Funciona da seguinte maneira: o paciente senta ereto e de maneira confortável. Depois, abre a boca para que o endoscópio possa seguir o seu caminho pela cavidade oral e seja corretamente posicionado. Algumas pessoas podem se incomodar um pouco mais com o desconforto que o exame causa, por isso, a única recomendação é que o paciente preste atenção em sua respiração e respire calmamente durante todo o procedimento.

Quando o exame é realizado em crianças, geralmente é utilizado o aparelho flexível, introduzido através do nariz, por causar menos desconforto. Em alguns paciente adultos que sejam mais sensíveis também é possível realizar o exame dessa forma, mas sempre vai depender da avaliação do seu médico.

É essencial ter em mente que a realização do exame de videolaringoscopia é parte essencial do diagnóstico de uma série de enfermidades, podendo até ser realizado em recém-nascidos, quando há dificuldade para respirar, além de ser um exame que pode ser solicitado na aprovação de alguns concursos.

O profissional está em busca de lesões, corpos estranhos e outros sinais sugestivos para desenvolver um diagnóstico e prognóstico adequados. O exame permite diagnosticar e tratar patologias como laringite, nódulos e pólipos vocais, além de ser fundamental para a observação de neoplasias. Também pode ser utilizado para a realização de procedimentos como cauterização de lesões vasculares.

Sempre busque um profissional da área e nunca se automedique. Ao menor sinal de sintomas, marque uma consulta médica.

caroço no pescoço que dói quando aperta

Caroço no Pescoço que Dói Quando Aperta, o que pode ser?

O que Pode Ser um Caroço no Pescoço que Dói Quando Aperta?

Um caroço no pescoço que dói quando aperta normalmente nada mais é do que o aumento de um gânglio, cenário bastante comum. Não é preciso alarde, pois essa estrutura pode significar uma série de diagnósticos que apenas um especialista poderá confirmar. Portanto, sempre busque um médico para te ajudar a entender melhor o que está acontecendo.

Hoje, porém, falaremos sobre linfonodos cervicais, a partir de que momento se tornam suspeitos e quando é necessário realizar uma investigação mais precisa.

O caroço no pescoço que dói quando aperta

Os linfonodos cervicais, também conhecidos como gânglios linfáticos, podem ser entendidos como uma espécie de estrutura que auxilia na segurança do corpo humano. Eles produzem e armazenam os linfócitos, células responsáveis pela defesa do organismo.

É bastante comum que estes fiquem aumentados, inchados ou doloridos quando estamos passando por algum tipo de infecção ou inflamação, por exemplo, como infecções nas vias aéreas ou na garganta. Outro fator que pode ocasionar o aparecimento de caroços no pescoço é a obstrução do ducto salivar, que pode bloquear a saliva e consequentemente, causar um inchaço que fica visível.

Pode ser também um lipoma, um tipo de caroço de gordura, que geralmente tem a consistência mais firme que a de um linfonodo. É uma lesão benigna e muitas vezes sua retirada é realizada por motivos estéticos.

Porém, existem alguns cenários em que esse tipo de inchaço pode significar uma enfermidade mais grave, por isso é importante prestar atenção aos sinais que seu corpo te dá.

Quando investigar

Existem algumas recomendações para a realização de uma investigação mais profunda acerca do caroço que dói quando aperta:

  • tamanho — é bom estar atento aos caroços que apresentam tamanho igual ou maior do que dois centímetros de diâmetro;
  • persistência — um caroço que continua que por mais de quatro semanas é sinal de alerta;
  • crescimento progressivo — ao perceber que esse caroço continua a aumentar de tamanho, procure um especialista para poder investigar;
  • aderência a planos profundos; geralmente um caroço que não se move está relacionado a essa aderência a planos profundos. Se esse caroço é duro e não dói, redobre a atenção e procure um especialista;
  • características suspeitas (nódulo arredondado ou cístico, com perda das características habituais ao ultrassom).

Observadas as características que precisam de mais atenção e identificando uma ou mais delas, busque por um médico especialista, mas não se desespere. Como sempre reforçamos, a prevenção é a melhor forma de manter sua saúde em dia.

Então o primeiro passo é agendar sua consulta e provavelmente seu médico vai fazer um exame físico. Além disso,p ara ser possível realizar um diagnóstico assertivo o paciente deverá passar por uma biópsia ou punção do linfonodo. Pode-se frisar que, a partir da adolescência as chances de malignidade aumenta. A partir dos 60 anos existe uma possibilidade maior do aumento significar um tumor ou mesmo uma metástase. Na infância, a principal causa são os processos inflamatórios inofensivos do corpo humano.

Não existe uma forma específica de prevenção, mas evitar hábitos nocivos a sua saúde como fumar e consumir bebidas alcoólicas já uma atitude bastante positiva. Fazer consultas periódicas também é importante, principalmente porque quanto mais precoce é o diagnóstico, maiores são as chances de cura nos tratamentos.

Descubra aqui quando é necessário fazer a Cirurgia dos Gânglios Linfáticos do Pescoço.