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Tireoidectomia no pós-operatório: Saiba o que fazer!

Tireoidectomia no pós-operatório: Saiba o que fazer!

Após qualquer cirurgia é essencial que o paciente siga todas as orientações do médico especialista, garantindo uma boa recuperação. Neste artigo falaremos sobre o pós-operatório da tireoidectomia. Desta forma você saberá o que esperar e como proceder.

Tempo de repouso no pós-operatório da tireoidectomia?

Geralmente o pós-operatório da tireoidectomia leva por volta de duas semanas. Durante a primeira semana o paciente deve repousar, ficando afastado dos estudos e do trabalho. Apesar disso, não há restrições para a ingestão de alimentos e nem a necessidade de fazer repouso absoluto.

Quais as complicações do pós-operatório da tireoidectomia?

As complicações da cirurgia de remoção da tireoide são bastante raras, entretanto, alguns desconfortos podem surgir durante a recuperação. Alguns deles estão diretamente relacionados à inflamação e manipulação no local, como é o caso da tosse e dor de garganta.

Quando estas complicações surgem, é provável que o paciente sinta algum tipo de dificuldade para ingerir certos alimentos. Portanto, é recomendada a ingestão de alimentos pastosos e mais moles.

Alguns pacientes podem ainda apresentar rouquidão no pós-operatório da tireoidectomia. Isso ocorre pela proximidade que a glândula tireoide tem com os nervos que inervam e estimulam as pregas vocais. Geralmente a rouquidão desaparece após algumas semanas. Entretanto, às vezes pode ser necessária a realização de sessões de fonoaudiologia para recuperação da voz.

Outra complicação é o aparecimento de hematoma na região da cirurgia, que pode resultar em dor e inchaço, que podem ser resolvidos com analgésicos. Além disso, quando o paciente faz a remoção completa da tireoide, é necessário também fazer reposição hormonal.

Cuidados com a cicatriz da tireoidectomia

É importante lembrar também de cuidar da cicatriz da tireoidectomia. Durante o período de pós-operatório a recomendação é que o paciente evite fazer movimentos bruscos com a cabeça, isso evita que a pele do pescoço fique esticada.

Além disso, a manutenção da limpeza da ferida pós-operatória é fundamental. Isso ajuda a prevenir infecções que poderiam retardar ou deixar cicatrizes aparentes. Portanto, ao perceber que o seu curativo está molhado ou sujo, a recomendação é trocá-lo.

Outro cuidado importante é evitar sol diretamente no local da cirurgia por um período de pelo menos 4 meses. E após esse período o uso de protetor solar com fator 30 ou maior é fundamental.

Lembrando que em alguns casos, pode ser realizada a cirurgia de tireoide por via endoscópica, que não deixa cicatrizes no pescoço, e onde o paciente retorna mais rápido as suas atividades.

E nunca é demais lembrar que o médico especialista é a melhor fonte de informações que um paciente pode ter. Portanto, esclareça todas as suas dúvidas e siga todas as orientações médicas no seu pós-operatório da tireoidectomia.

punção da tireoide precisa de repouso

Punção da tireoide precisa de repouso após o procedimento? Descubra aqui

Punção da tireoide precisa de repouso após o procedimento? Descubra aqui

Preparamos este artigo para você que está se preparando para realizar o exame de punção de tireoide e quer saber se precisa de repouso, tanto antes quanto depois do procedimento. Fique com a gente e entenda a importância da realizar o exame e saiba como se preparar para ele.

Quando a punção da tireoide é indicada?

O exame de punção aspirativa com agulha fina, conhecido também como PAAF, é indicado para realizar o diagnóstico de nódulos, se eles são tumores benignos ou malignos. A PAAF pode ser realizada em diferentes partes do corpo, mas neste artigo trataremos especificamente da punção da tireoide.

Pacientes que possuem histórico de na família de nódulos na tireoide, que já tenham passado por tratamentos de radioterapia na região da tireoide, que apresentem alterações indicativas de nódulos na tireoide ao exame de ultrassom ou que percebam a presença de algum nódulo palpável na região devem procurar um médico especialista em cabeça e pescoço.

É importante ressaltar que cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico, que indicará qual é o melhor exame para realizar o diagnóstico e qual o tratamento mais adequado.

Punção da tireoide precisa de repouso?

Agora que você tem certeza de que precisará passar pelo exame, é importantíssimo seguir as orientações médicas de preparo e depois de realizar a punção.

A primeira coisa que é preciso mencionar é que o exame pode ser realizado no consultório médico, durante a consulta, portanto, não há necessidade de internação. A punção de tireoide é realizada com o auxílio de um ultrassom, que guiará o médico até o ponto exato onde está o nódulo. O exame não é doloroso, mas é preciso aplicar anestesia local e um pequeno curativo é feito após o procedimento.

O único preparo antes do exame é para os pacientes que utilizam anticoagulantes devem suspender o seu uso por 3 dias. Já após a punção de tireoide, o paciente precisa de um repouso de 24 horas, evitando fazer esforço físico ou na região no pescoço. É permitido e possível falar normalmente, mas o paciente não deve gritar.

Lembre-se sempre de consultar um médico assim que surgir qualquer sintoma. A prevenção e o diagnóstico precoce são essenciais para ter maiores chances de sucesso no seu tratamento.

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Qual a diferença entre tumor maligno e benigno? Descubra aqui

Qual a diferença entre tumor maligno e benigno? Descubra aqui

Você conhece quais são as diferenças entre um tumor maligno e benigno? Neste artigo vamos te ajudar a entender melhor quais são essas diferenças e mostrar a importância do diagnóstico precoce.

Como surgem os tumores?

O corpo humano é composto por milhões de células, que são renovadas diariamente. Este processo de renovação recebe o nome de divisão celular e consiste na replicação das células. Cada uma das células do nosso organismo possuem um mecanismo que impede que essa replicação ocorra de forma desordenada.

Apesar disso, existem diversos fatores que podem fazer com que o controle da divisão celular seja comprometido, resultando em um crescimento anormal das células, que é chamado de tumor ou neoplasia. Nem todos os tumores apresentam malignidade, alguns são chamados de benignos.

Dentre os fatores que podem ser responsáveis pelo surgimento dos tumores podem ser citados tanto fatores genéticos, que são aqueles herdados dos pais e avós, como fatores adquiridos ao longo da vida, como maus hábitos alimentares e cigarro.

Diferenças entre tumor maligno e benigno

A diferenciação entre tumor maligno e benigno é feita baseando-se na aparência das células que formam este tumor, quais são as estruturas afetadas pelo tumor e a forma como este tumor aumenta.

Tumores malignos

Os tumores malignos são aqueles formados por células que possuem a capacidade de se multiplicar rapidamente. Além disso, estas células também possuem a capacidade de afetar (ou invadir) as estruturas que ficam próximas ao tumor.

Há ainda a chance de metástase, que é quando algumas células tumorais se desprendem do tumor e são transportadas, pela circulação sanguínea ou linfática, para outros locais no corpo. O resultado isso é o surgimento de novos tumores em outros órgãos.

Para os tumores malignos o diagnóstico precoce é extremamente importante. Isso porque ele permite que o médico faça a intervenção logo no início da doença, o que aumenta as chances de cura e auxilia na prevenção de complicações decorrentes do tumor.

O tratamento dos tumores malignos deve ser avaliado individualmente por um médico especialista.

Tumores benignos

Já os tumores benignos são formados por células que crescem lentamente, de modo semelhante às células que formam o tecido normal. Além disso, eles também ficam restritos a uma determinada área, não tendo a capacidade de provocar metástase.

Geralmente, quando diagnosticado, o tratamento consiste na remoção completa do tumor através de procedimento cirúrgico.

Ao perceber o surgimento de qualquer sintoma é fundamental que um médico especialista seja consultado.

nasofibrolaringoscopia

Nasofibrolaringoscopia: Descubra como funciona o procedimento

Nasofibrolaringoscopia: Descubra como funciona o procedimento

Apesar do nome complicado, a nasofibrolaringoscopia é um exame relativamente simples, pouco invasivo e que pode ser realizado até mesmo durante a consulta médica.
Para que você possa ficar mais tranquilo caso precise realizar o exame, este artigo irá te explicar como o procedimento funciona, quais as indicações e como se preparar para ele.

Quais as indicações da nasofibrolaringoscopia?

A nasofibrolaringoscopia é um exame capaz de diagnosticar doenças como sinusite, rinite, tumores, apneia do sono (que é quando a pessoa deixa de respirar enquanto está dormindo), hipertrofia de adenoide (ou carne esponjosa), rouquidão e pólipos.

Dito isso, o procedimento é realizado geralmente quando o paciente procura o médico especialista com queixas de obstrução nasal, coriza e coceira frequente no nariz, sangramento recorrente, ronco, tosse crônica, voz alterada persistente, dor de cabeça e garganta frequentes.

É essencial que caso qualquer um desses sintomas surjam, que o paciente procure um médico. O diagnóstico precoce de doenças é fundamental para um tratamento eficaz.

Como funciona a nasofibrolaringoscopia?

Este exame é realizado por um cirurgião de cabeça e pescoço ou otorrinolaringologista com um equipamento chamado nasofibroscópio. Este equipamento consiste em um tubo fino e flexível com uma fibra ótica dentro, uma pequena câmera e uma luz de LED na ponta.

O nasofibroscópio é introduzido no nariz do paciente e as imagens capturadas pela câmera são transmitidas diretamente para um monitor, onde o médico pode fazer a avaliação em tempo real. Há também a possibilidade de gravar as imagens para que elas possam ficar arquivadas na ficha do paciente e facilitar o acompanhamento do caso.

Quais os cuidados antes e depois do exame?

Como dissemos anteriormente, a nasofibrolaringoscopia é um exame bastante simples, que não requer internação nem antes e nem depois do procedimento. No total, o exame leva cerca de 10 minutos para ser realizado.

O paciente pode experimentar um pequeno desconforto durante o exame, que pode ser minimizada com a aplicação de um spray anestésico, que vai deixar a região dormente. O efeito do spray atinge somente as camadas superficiais da mucosa, portanto, após a sua aplicação o efeito passa em pouco tempo.

Devido ao efeito do spray, é recomendado que paciente evite a ingestão de líquidos e alimentos por pelo menos 10 minutos após a realização do procedimento. Caso haja a necessidade de coleta de biópsia, o médico indicará os cuidados que devem ser tomados.

Agora que você já sabe como a nasofibrolaringoscopia é realizada, é imprescindível que você consulte um médico especialista assim que perceber o surgimento de qualquer sintoma.

radioterapia para câncer de pescoço

Radioterapia para câncer de cabeça e pescoço: Conheça o tratamento

Radioterapia para câncer de cabeça e pescoço: Conheça o tratamento

A radioterapia é um tratamento muito utilizado nos casos de câncer de cabeça e pescoço. O procedimento consiste na utilização das chamadas radiações ionizantes, como é o caso do raio-x, para destruir ou impedir o crescimento das células do tumor.

Além da radioterapia existem outros tratamento para tumores, como é o caso da quimioterapia e a cirurgia. Vale lembrar que o tratamento a ser realizado deve ser avaliado caso a caso e que o médico é o único profissional habilitado para fazer esta avaliação.

Benefícios da radioterapia para câncer de cabeça e pescoço

Cerca de metade dos pacientes com câncer passam pelo tratamento de radioterapia, e os resultados costumam ser bastante positivos. É importante ressaltar que no caso de câncer, quando antes o tumor é diagnosticado, maiores as chances de cura.

Com o tratamento por radioterapia o tumor pode desaparecer, diminuir ou ficar sob controle, resultando em uma melhora na qualidade de vida do paciente. Apesar disso, assim como em outros tratamentos médicos alguns efeitos indesejáveis podem aparecer durante a radioterapia. A seguir vamos falar um pouco deles.

Possíveis efeitos do tratamento por radioterapia

Como a radioterapia é aplicada especificamente no local onde o tumor está, os efeitos podem variar dependendo da parte do corpo que será tratada, da extensão do tratamento e do tipo de radiação que o paciente irá receber. Os efeitos costumam aparecer por volta da 3ª semana de tratamento, desaparecendo algumas semanas depois.

Entre os efeitos mais comuns estão a dificuldade na ingestão de alimentos, perda de apetite, cansaço e reações de pele, como vermelhidão, irritação, pele seca.

No caso de pacientes que utilizam a radioterapia no tratamento de câncer de pescoço, além dos efeitos mencionados, pode ainda ocorrer:

  • Queda de cabelo ou barba no local da aplicação : esta queda não é permanente e o cabelo volta a crescer com o término do tratamento;
  • Boca seca: devido à diminuição da produção de saliva. Para minimizar este efeito é importante se manter hidratado, bebendo entre 2 a 3 litros de água por dia;
  • Perda de paladar: também a perda de paladar e transitória, retornando após alguns meses após o término do tratamento;
  • Feridas na boca: aftas, irritação nas gengivas e na garganta podem aparecer. Para diminuir esta irritação evite alimentos duros, ácidos, muito quentes ou condimentados.

O acompanhamento médico durante todo o tratamento é essencial, bem como seguir todas as orientações dadas. Caso algum sintoma apareça neste período, o seu médico deverá ser informado.

cisto branquial

O que é o cisto branquial e qual é o tratamento?

O que é o cisto branquial e qual é o tratamento?

As dúvidas sobre os cistos branquiais são inúmeras. As pessoas que receberam este diagnóstico ou conhecem alguém que foi diagnosticado com este cisto sempre se perguntam o que ele é, como este cisto pode se formar e qual é o tratamento.

Estas dúvidas são perfeitamente normais, e para te ajudar a entender melhor o que estes cistos podem ser preparamos este artigo.

O que é um cisto branquial?

Durante o desenvolvimento do embrião, antes ao nosso nascimento, surgem as chamadas fendas branquiais, e conforme o mesmo vai crescendo, essas fendas são absorvidas. Entretanto, em algumas pessoas, essa reabsorção não ocorre corretamente, resultando em um cisto, que é chamado de cisto congênito, ou seja, o paciente já nasceu com ele.

Apesar de surgir na fase embrionária, o diagnóstico não é possível neste período. Geralmente os primeiros sintomas surgem na adolescência, quando o cisto, que fica localizado na lateral do pescoço, começa a crescer e se torna visível, palpável e até mesmo doer.

O diagnóstico correto feito por um médico especialista é essencial. Isso porque o cisto branquial é um tumor benigno que pode resultar em dor local e ainda estar associado a inflamação na orofaringe e na boca, ocasiões em que o cisto pode crescer ainda mais. Há ainda casos em que ele pode ser acometido por algum tipo de infecção.

Como é o tratamento do cisto branquial?

A boa notícia é que há tratamento para o cisto branquial, e isso se dá exclusivamente por um procedimento cirúrgico que resulta na remoção deste cisto. Essa remoção é importante para evitar inflamações e infecções região.

Esta é considerada uma cirurgia de médio porte, sendo que o grau de complexidade varia em cada caso e depende da anatomia que o cisto apresenta. Dito isto, é importante procurar um profissional que esteja capacitado para a realização do procedimento, e quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor.

Após a cirurgia o paciente habitualmente fica internado por cerca de um dia. Após a alta do hospital o paciente deverá ficar em repouso, podendo realizar atividades do dia-a-dia, mas evitar atividades que requeiram esforço físico por, no mínimo, 1 semana.

É fundamental lembrar que, assim que o paciente percebe a presença de sintomas como um caroço na lateral do pescoço, ele deve procurar um médico especialista. No caso do cisto branquial a recomendação é procurar um médico especialista em cabeça e pescoço.

radiofrequência nódulos de tireoide

Radiofrequência para tratamento dos nódulos de tireoide

Radiofrequência para tratamento dos nódulos de tireoide

Os avanços tecnológicos da área da saúde são sempre impressionantes, e uma das mais recentes técnicas que passou a ser utilizada para o tratamento de nódulos de tireoide é a radiofrequência.

Conforme dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a estimativa é de que os nódulos de tireoide afetam aproximadamente 60% da população, principalmente na faixa dos 50 anos de idade. Por isso, o desenvolvimento de técnicas menos invasivas para realizar o tratamento dos nódulos é um grande avanço.

Para entender quais as vantagens da técnica de radiofrequência para os pacientes e como ela funciona, acompanhe o nosso artigo.

O que são os nódulos de tireoide?

Os nódulos de tireoide podem surgir nas mais diversas situações, podendo ser desde o resultado de uma inflamação até mesmo algum tumor maligno.

A formação do nódulo de tireoide se dá pela aglomeração de células da glândula tireoide que se devolveram. Eles vêm acompanhados do aumento de tamanho da tireoide, às vezes dificuldade para respirar ou engolir e podem até mesmo alterar a produção de hormônios da glândula.

O diagnóstico pode ser feito através de exames de imagem como o ultrassom, mas também através de punção da tireoide ou biópsia. Nos casos em que a tireoide está muito grande ou de tumor maligno a recomendação geralmente é a cirurgia para a sua remoção. Entretanto, cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico especialista, que determinará qual é o melhor tratamento mais adequado.

Tratamento por radiofrequência dos nódulos de tireoide?

No início deste ano um novo equipamento para o tratamento de nódulos de tireoide foi regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e recebeu o código no rol de procedimentos da Associação Médica Brasileira (AMB).

Esse novo equipamento permite que os nódulos de tireoide possam ser tratados através de radiofrequência. O procedimento é feito com o auxílio de um ultrassom e consiste na introdução de uma agulha fina no nódulo. Essa agulha irá emitir ondas de calor.

As vantagens do tratamento do nódulo de tireoide por radiofrequência incluem:

  • como não há cortes, não há cicatrizes;
  • geralmente, o paciente pode ser dispensado da internação após a realização do procedimento;
  • os nódulos podem ser reduzidos em até 80% dos casos;
  • como não há a necessidade de remoção da tireoide, o paciente não precisará passar por reposição hormonal.

Sempre é importante lembrar que ao surgir qualquer sintoma, um médico deve ser procurado. O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso do tratamento.

glândula salivar sublingual

Glândula salivar sublingual: Descubra o que é e para que serve

Glândula salivar sublingual: Descubra o que é e para que serve

Você sabia que as pessoas possuem três grupos de glândulas salivares: as glândulas parótidas, as glândulas submandibulares e as glândulas salivares sublinguais? E que elas são encontradas em pares e estão posicionadas em diferentes regiões da cabeça e da boca? Sabia que existem diferentes doenças que podem acometer estas importantes glândulas do nosso organismo?

Neste artigo vamos trazer mais informações a respeito da glândula salivar sublingual, falar também sobre a sua importância e a quais sintomas é preciso ficar atento.

O que é a glândula salivar sublingual?

A glândula salivar sublingual é apenas uma dentre os três grupos de glândulas salivares que existem no nosso organismo. Elas estão localizadas em uma região chamada de assoalho da boca, ou seja, embaixo da língua, sendo que cada uma está localizada em um lado do assoalho.

O seu formato é parecido com o de uma amêndoa, e elas pesam algo em torno de 3 a 5 gramas. Como elas são pequenas, produzem somente cerca de 5% do total de saliva. Os dutos conectados a ela, que são responsáveis por levar a saliva produzida para a boca são pequenos e estão localizados também no assoalho da boca.

Importância da glândula salivar sublingual

Assim como as demais glândulas salivares, a função da glândula sublingual é produzir saliva. A saliva é uma importante secreção produzida pelo nosso organismo que é rica em enzimas, que são substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos.

Além destas enzimas, a saliva também contém anticorpos e outras substâncias que são responsáveis pela defesa do organismo e pela manutenção da saúde bucal.

Fique atento aos sinais

Existem diversas doenças que podem afetar as glândulas salivares como, por exemplo, a caxumba, inflamações, infecções, cálculos, entupimento dos dutos e até mesmo tumores. Por isso é importante ficar atento a qualquer sintoma, e procurar ajuda médica sempre que perceber o surgimento de qualquer um deles.

Os principais sintomas de doenças nas glândulas salivares são: dor, principalmente quando associada às refeições; inchaço das glândulas e boca seca constantemente. No caso das glândulas salivares sublinguais, as neoplasias são mais frequentes do que nas parótidas ou submandibulares, por isso é sempre importante consultar um médico especialista para fazer o diagnóstico corretamente.

doença das glândulas salivares

Doenças das glândulas salivares: Descubra o que é e como tratar

Doenças das glândulas salivares: Descubra o que é e como tratar

Antes de conhecer mais a respeito das doenças das glândulas salivares, é importante saber que existem três grupos de glândulas salivares. As maiores são as parótidas localizadas logo à frente dos ouvidos. Os outros dois grupos são menores, sendo que as sublinguais estão abaixo da língua e as submandibulares estão abaixo do maxilar.

As glândulas salivares são responsáveis pela produção de saliva, que é uma secreção que ajuda na digestão dos alimentos. Com uma produção insuficiente de saliva, a boca fica seca favorecendo o aparecimento de cáries.

Quais são as doenças das glândulas salivares?

Um das doenças que afetam estas glândulas são os cálculos. Eles se formam a partir dos sais presentes na saliva em casos de desidratação ou do uso de medicamentos que diminuem a produção de saliva. Os cálculos entopem o duto que leva a saliva para a boca, provocando uma inflamação.

As infecções também ocorrem quando o fluxo de saliva é reduzido, e são mais comuns nas glândulas parótidas. Pessoas entre 50 e 60 anos, que possuem síndrome de Sjögren ou que passaram por radioterapia na região têm maior predisposição a estas inflamações. Pode inclusive haver secreção de pus da glândula salivar.

Algumas doenças podem provocar o inchaço das glândulas, como é o caso de caxumba, bulimia, diabetes mellitus e até mesmo um tumor. Ferimentos provocados por uma mordida acidental do lábio também podem resultar em inchaço.

Como é feito o diagnóstico?

A maioria das doenças das glândulas salivares são causados ou resultam na baixa produção de saliva. Para verificar como é a produção há a necessidade de ordenhar a glândula ou através da sialoendoscopia.

Em alguns casos pode ser necessário realizar uma biópsia, tomografia computadorizada, ultrassonografia. Portanto, é importante ficar atento à boca seca constante e ao surgimento de dor ou inchaço onde as glândulas estão localizadas, principalmente após as refeições. Além disso, procure um médico especialista assim que os primeiros sintomas surgirem.

Como é o tratamento?

Para cada causa de doença da glândula salivar existem diferentes tipos de tratamento. No caso dos cálculos, pode ser necessários fazer uso de analgésicos, ingerir bastante líquido, realizar massagem e compressa nas glândulas.

Já quando as infecções estão presentes, há a necessidade do uso de antibióticos, além de compressas e massagens. Caso haja pus pode ser preciso realizar uma drenagem. E para os casos em que é constatada a presença de um tumor, pode ser necessários realizar a remoção da glândula através de cirurgia.

Por isso é fundamental consultar um médico especialista e seguir as suas orientações de tratamento. O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso de qualquer tratamento.

câncer pescoço maligno

Câncer no pescoço maligno tem cura? Descubra os tratamentos

Câncer no pescoço maligno tem cura? Descubra os tratamentos

Você descobriu que está com um câncer maligno no pescoço e está preocupado com o que isso poderá trazer de diferente para a sua vida e, principalmente, se ele tem cura. Para te ajudar a tirar algumas dúvidas, veja o artigo que preparamos.

O que é o câncer maligno no pescoço?

O ser humano possui mais de 10 trilhões de células pelo organismo. Elas são divididas em diferentes tipos que vão formar os nossos órgãos e tecidos. Quando não estamos doentes, o organismo funciona perfeitamente e cada uma destas células desempenha a sua função.

Apesar disso, às vezes algumas das células do nosso organismo começam a se dividir de forma desordenada, o que não acontece com as células saudáveis. Quando isso acontece a divisão é bastante rápida, podendo até mesmo se espalhar pelo corpo. Esse processo é chamado na medicina de câncer.

No caso do pescoço, essa divisão desenfreada pode acontecer com as células da garganta, da faringe, da laringe, da tireoide, dentre outras. O câncer de pescoço mais comumente diagnosticado, é o câncer da tireoide.

Os sintomas mais comuns que os pacientes relatam são:

  • a presença de caroço no pescoço que continua a crescer;
  • alterações na voz, como rouquidão;
  • dificuldade para engolir;
  • dores de garganta;
  • perda de peso sem motivo.

O importante é procurar a ajuda de um especialista assim que perceber a presença de qualquer um destes sintomas. Afinal, quando antes o câncer for diagnosticado, maiores são as chances de sucesso do tratamento.

Qual o tratamento para câncer maligno no pescoço?

O tratamento para o câncer de pescoço depende muito da localização do tumor, qual estágio em que a doença se encontra e das condições físicas do paciente. Somente um médico é capaz de avaliar os casos individualmente e propor o tratamento que melhor se adeque ao paciente.

Há diferentes tipos de abordagem que podem ser recomendadas pelo médico. Elas incluem cirurgia para realizar a remoção do tumor, geralmente é cirurgia é realizada junto com a radioterapia e/ou a quimioterapia.

É importante dizer que não há uma ordem certa para a realização destes tratamentos, nem mesmo há a necessidade de realização de todos eles. Como dissemos, cada caso deve ser avaliado individualmente. O essencial neste momento é seguir as orientações médicas.

Dito isso, nunca é demais reforçar, que o diagnóstico precoce de tumores malignos é essencial.