como saber se um tumor é maligno ou benigno

Como saber se um tumor é benigno ou maligno?

Como saber se um tumor é benigno ou maligno?

Ao ser diagnosticado com um tumor é comum que os pacientes fiquem apreensivos. Entretanto, antes de se preocupar, é importante ter certeza se o tumor é maligno ou benigno. Afinal de contas, nem todo tumor é sinônimo de câncer.

Nos próximo parágrafos falaremos como saber se um tumor é benigno ou maligno e quais são os primeiros sintomas que um tumor pode ter. Confira!

Diferenças entre tumor benigno e maligno

O corpo humano é capaz de se reparar e repor células. Isso é feito através da divisão e replicação das células, além da morte celular programada. Na maioria das vezes esse processo ocorre de forma ordenada. Entretanto, em alguns casos esse processo sai do controle e passa a ocorrer desordenadamente. Com o controle de divisão comprometido, ocorre um crescimento anormal das células o que resulta em tumores.

Existem dois tipos de tumor, cada um deles com características e implicações diferentes para os pacientes. Algumas das principais características deles são:

  • Benignos: as células crescem lentamente, não invadem outros tecidos e não provocam metástase. O tratamento consiste na remoção do tumor através de cirurgia;
  • Malignos: as células multiplicam rapidamente, podem invadir outros tecidos, podem causar metástase. Os tumores malignos são chamados de câncer. O tratamento deve ser avaliado pelo médico caso a caso, dentre as opções de tratamento há a remoção cirúrgica, radioterapia e quimioterapia, entre outros

Como saber se um tumor é benigno ou maligno

A única forma de saber se um tumor é benigno ou maligno é procurando a ajuda de um médico especialista. Durante a consulta, o médico irá fazer um levantamento do histórico médico do paciente, um exame físico e ainda solicitar exames complementares para a confirmação do tipo de tumor.

Os exames incluem exames de imagem (tais como a ultrassonografia, mamografia, ressonância magnética, tomografia computadorizada, dentre outros), punções aspirativas por agulha fina, bem como diversos exames laboratoriais.

O mais importante é procurar a opinião médica assim que qualquer sintoma surgir. O diagnóstico precoce para tumores malignos é extremamente importante e pode aumentar as chances de sucesso do tratamento. Por mais que alguns sintomas variem conforme o tipo de câncer, dentre os sintomas mais comumente observados, podemos citar:

  • Perda de peso sem causa aparente;
  • Dificuldade para se alimentar;
  • Feridas na boca, garganta, ou nódulos que não cicatrizam após 2 semanas
  • Cansaço constante;
  • Caroço em algum local do corpo que provoque dor ou não, e que não regridem, ou mesmo aumentem após  semanas;
  • Dor contínua;
  • Hematomas e sangramentos;
  • Dores de cabeça frequentes, acompanhadas ou não de vômito;
  • Pintas ou manchas que mudam de tamanho e cor.
tireoglobulina

O que é a tireoglobulina? Para que serve nos casos de câncer de tireoide?

O que é a tireoglobulina? Para que serve nos casos de câncer de tireoide?

A dosagem da tireoglobulina no sangue é um importante exame laboratorial para pacientes diagnosticados com câncer de tireoide. O médico especialista utiliza este teste para realizar o acompanhamento do tratamento de câncer.

Neste artigo iremos explicar o que é a tireoglobulina, para que ela serve nos casos de câncer de tireoide e quando o exame deve ser realizado.

O que é a tireoglobulina?

A tireoglobulina é uma proteína produzida pelas células que formam a glândula tireoide. A produção pode ocorrer tanto em células normais como em células tumorais. A dosagem desta proteína é feita através de exames de sangue.

O tratamento mais recomendado para o câncer de tireoide é a tireoidectomia, ou seja, uma cirurgia para a remoção da glândula. Portanto, quando a glândula e as células tumorais são removidas, a quantidade de tireoglobulina no organismo irá diminuir.

Por isso, essa proteína tem um papel fundamental no acompanhamento de pacientes que passaram pela tireoidectomia. Já que caso a tireoide ou o tumor não sejam totalmente removidos, as células ainda continuarão a produzir tireoglobulina, que poderá ser detectadas através dos exames laboratoriais.

Para que serve nos casos de câncer de tireoide?

A tireoglobulina pode ser considerada como um marcador tumoral. Isso quer dizer que, quando a quantidade da proteína está aumentada no organismo, isso pode ser um indicativo da presença de um câncer.

É importante mencionar que nem todos os tipos de câncer de tireoide irão provocar um aumento da tireoglobulina. Entretanto, esse quadro está presente nos tipos mais comuns de câncer da tireoide, o papilífero e o folicular.

Além disso, a tireoglobulina também pode estar aumentada devido a outras doenças da tireoide, como hipertireoidismo, tireoidite e na presença de tumores benignos. Assim, é fundamental que o diagnóstico de câncer seja confirmado através da punção da tireoide.

Quando o exame é realizado?

A dosagem de tireoglobulina geralmente é realizada antes de iniciar o tratamento, sendo repetido periodicamente após a cirurgia e a radioiodoterapia. Assim, o médico terá um valor inicial da proteína e poderá comparar com os valores posteriores.

Desta forma, mesmo após o término do tratamento é recomendado que o paciente realize consultas periódicas com um médico especialista, bem como todos os exames sanguíneos e de imagem solicitados. Já que esses exames são fundamentais para que o médico possa acompanhar a evolução do paciente e a resposta aos tratamentos indicados.

É sempre importante lembrar que o diagnóstico precoce de um câncer aumenta significativamente as chances de tratamento e de cura. Portanto, ao perceber qualquer sintoma, procure um médico especialista.

câncer de tireoide precisa de radioiodoterapia

Câncer de tireoide precisa de radioiodoterapia após a cirurgia?

Todo caso de câncer de tireoide precisa de radioiodoterapia após a cirurgia?

O tratamento mais recomendado para o câncer de tireoide é a CIRURGIA. Quando o câncer é descoberto em fases mais iniciais, as chances de cura podem chegar a cerca de 98%. Em algumas situações pode ser necessária a realização de radioiodoterapia. Mas, independentemente do sucesso do tratamento, os pacientes sempre possuem dúvidas de como a radioiodoterapia funciona.

Para tirar as suas dúvidas de como é diagnosticado o câncer de tireóide e se é necessária radioiodoterapia em todos os casos após a cirurgia, preparamos este artigo.

Diagnóstico de câncer de tireoide

Como o diagnóstico precoce é fundamental, vamos primeiro falar sobre os sintomas de câncer de tireoide e como diagnosticá-lo.

Pacientes que percebem a presença de nódulos ou ínguas na região do pescoço, dor na frente da garganta, dificuldade para engolir, alterações de voz repentinamente, tosse constante sem associação com gripes ou resfriados, devem procurar um médico especialista.

Além disso, são considerados pacientes com alto risco de desenvolver o câncer aqueles que possuem casos de câncer de tireoide na família ou que estão expostas à radiação, sugerimos fazer exames de ultrassom periódicos.

A confirmação do diagnóstico de câncer na tireoide é feita através da punção aspirativa por agulha fina. Este procedimento permite a coleta de células diretamente do nódulo e a posterior análise destas células no microscópio.

Câncer de tireoide precisa de radioiodoterapia?

Como falamos acima, o câncer de tireoide tem cura, e para isso é fundamental que não apenas o diagnóstico seja na fase inicial da doença, mas também seguir todas as orientações de tratamento que o médico passar.

A primeira medida será a realização da tireoidectomia, que é a remoção parcial ou total da tireoide. Isso é feito para remover todas as células malignas e diminuir as chances de volta da doença.

De acordo com diversas características, como idade do paciente, sinais de agressividade do tumor removido, tamanho do tumor, presença ou não de metástases no pescoço, é que indicamos ou não a radioiodoterapia. Lembrando que na maioria dos casos de tumores pequenos, em pacientes jovens, a radioiodoterapia não se faz necessária.

Cerca de 30 dias após a cirurgia, com o paciente em estado de hipotireoidismo é que o tratamento de radioiodoterapia pode ser iniciado. Além disso, o paciente também deverá evitar o consumo de qualquer alimento que contenha iodo.

Durante a radioiodoterapia o paciente deverá permanecer internado. Isso porque ele irá ingerir uma dose de iodo radioativo e essa radiação será eliminada através da urina, fezes e até mesmo da pele. Com a internação o paciente não correrá o risco de contaminar outras pessoas ou o ambiente.

A boa notícia é que além de ter poucos efeitos colaterais, em geral, eles não comprometem a qualidade de vida do paciente. Dentre esses efeitos podemos citar a inflamação das glândulas salivares e algumas alterações no paladar.

adenoma de paratireóide

Adenoma de paratireóide, como tratar?

Adenoma de paratireóide, como tratar?

Ao receber o diagnóstico de um adenoma de paratireóide muitas dúvidas podem surgir. Entretanto, provavelmente a mais frequente é justamente se ele tem tratamento e qual é esse tratamento.

Para te ajudar a entender melhor e a responder às suas dúvidas, preparamos este artigo.

O que é o Adenoma de paratireoide?

As paratireóides são um grupo de quatro glândulas que estão localizadas atrás da tireóide. A sua função é controlar a quantidade de cálcio no sangue através da secreção de um hormônio chamado paratormônio. Quando os níveis de cálcio estão baixo o hormônio é secretado para aumentar a sua absorção nos rins e a retirada dos ossos. Quando os níveis voltam ao normal a glândula para de secretar o hormônio.

Já o adenoma é um tipo benigno de tumor que afeta glândulas em geral, podendo ocorrer em outras partes do corpo. Portanto, o adenoma de paratireóide é a presença desse tumor benigno das glândulas paratireoides.

Com a presença desse tumor a função da glândula é afetada e ela passa a produzir mais paratormônio do que o necessário. A essa condição é dado o nome de hiperparatireoidismo. O resultado é um aumento dos níveis sanguíneos de cálcio e é quando os sintomas começam a ser percebido pelo paciente. A seguir falaremos mais a respeito deles.

Quais os sintomas?

Os sintomas do adenoma de paratireoide estão relacionados ao aumento dos níveis do cálcio no organismo, devido ao hiperparatireoidismo.

Os primeiros sinais que os pacientes geralmente percebem são fadiga, constipação, dificuldade de concentração, perda de memória, sonolência, podendo evoluir para perda de apetite, fraqueza muscular, dores abdominais, emagrecimento, náusea e vômito, arritmia cardíaca e depressão. Além disso, o paciente também pode perceber a presença de um nódulo no pescoço.

É importante mencionar que a alguns tumores malignos também podem afetar a paratireóide e produzir os mesmo sintomas. Por isso é fundamental que o paciente procure um médico assim que perceber a presença dos primeiros sintomas. Isso porque somente após a realização da biópsia é que o médico terá a confirmação se está lidando com um tumor benigno ou maligno.

Adenoma de paratireóide tem tratamento?

A boa notícia é que o adenoma de paratireoide tem tratamento e ele consiste na realização da paratireoidectomia, que é uma cirurgia para realizar a remoção da glândula. Nem sempre é preciso realizar a remoção das quatro glândula, como este é um tumor benigno ele pode ser retirado de forma localizada.

Entretanto cada caso deve ser avaliado individualmente por um médico especialista em cabeça e pescoço.

hiperparatireoidismo

O que é Hiperparatireoidismo? Descubra aqui

O que é Hiperparatireoidismo? Descubra aqui

O hiperparatireoidismo é uma condição que surge quando o organismo produz paratormônio em excesso. Com o aumento deste hormônio, o funcionamento de diversos órgãos pode sofrer alterações.

Preparamos este artigo para que você entenda o que é o hiperparatireoidismo, quais os sinais e sintomas, como diagnosticar e como tratar. Vamos lá!

O que é hiperparatireoidismo?

As paratireóides são quatro glândulas que estão localizadas logo atrás da tireoide e são responsáveis por controlar a quantidade cálcio no sangue. Esse controle é feito através da secreção do paratormônio, ou PTH.

Quando a diminuição dos níveis de cálcio é detectada, a paratireóide secreta o PTH que irá promover a liberação de cálcio dos ossos e também fará com que o rim reabsorva uma quantidade maior de cálcio, que seria eliminado na urina. Este hormônio também é capaz de estimular a produção de vitamina D resultando no aumento da absorção intestinal do cálcio.

Logo que os níveis de cálcio atingem níveis satisfatórios, a produção de PTH é inibida. Entretanto, em algumas patologias, o nível deste hormônio permanece alto, é o chamado hiperparatireoidismo. Ou seja, a produção elevada do paratormônio.

Entre as causas do hiperparatireoidismo podemos citar a presença de adenomas, que são tumores benignos, ou a hiperplasia, que é o inchaço, da glândula. Entretanto, pode também ser o resultado da presença de um tumor maligno na região, apesar destes casos serem raros. Em cerca de 10% dos casos, a causa é do hiperparatireoidismo é genética.

Sintomas do hiperparatireoidismo?

Como o hiperparatireoidismo provoca o aumento dos níveis sanguíneos de cálcio, os sintomas estão associados com esse aumento. São eles:

  • Fraqueza muscular;
  • Perda de apetite;
  • Fadiga;
  • Emagrecimento sem causa aparente;
  • Prurido;
  • Constipação;
  • Náuseas e vômito;
  • Sonolência;
  • Dores abdominais;
  • Perda de memória;
  • Dificuldade de concentração;
  • Depressão;
  • Delírio;
  • Dores ósseas.

Caso a doença siga muito tempo sem ser diagnosticada ou tratada podem ocorrer úlceras duodenais, pancreatite, atrofia muscular, cólicas renais, insuficiência renal, hipertensão arterial e alterações visuais.

Diagnóstico e tratamento

Quando o médico suspeita de hiperparatireoidismo, diagnóstico pode ser feito através de exames laboratoriais e exames de imagem (por exemplo ultrassonografia) na região do pescoço. Quando a causa do aumento do PTH é a presença de tumores, o tratamento indicado é cirúrgico, com a remoção completa da glândula e do tumor.

Por isso é fundamental fazer exames médicos periódicos e procurar um médico especialista sempre que perceber a presença de qualquer sintoma.

cicatriz após a tireoidectomia

Como fazer para cuidar da sua cicatriz após a tireoidectomia

Como fazer para cuidar da sua cicatriz após a tireoidectomia

A boa recuperação da cicatriz após a tireoidectomia depende muito do paciente seguir à risca todas as recomendações médicas. Algumas atividades devem ser evitadas e alguns cuidados são fundamentais nesse período.

Preparamos esse artigo com as principais recomendações para que você saiba como cuidar da cicatriz após a tireoidectomia.

Quando a tireoidectomia é realizada?

A tireoidectomia é o nome dado para a cirurgia realizada para fazer a remoção da glândula tireoide, que pode ser parcial ou total. Esse procedimento faz parte do tratamento de tumores na região, sejam eles benignos ou malignos. Por isso, é fundamental que o paciente fique atento ao aparecimento de caroços na região do pescoço e procure um médico caso perceba qualquer sintoma.

Por mais que este seja um procedimento de rotina, tenha bons resultados e raramente apresenta complicações. Geralmente o paciente fica internado por 1 dia apenas. Depois desse período, é fundamental cuidar da cicatriz da cirurgia, que fica no pescoço, ou seja, em um local bem visível. Por isso é tão importante cuidar dela adequadamente para garantir uma boa recuperação e uma cicatriz menos aparente.

Cuidados com a cicatriz após a tireoidectomia

É importante mencionar que já está disponível uma técnica cirúrgica que permite a realização da tireoidectomia sem cicatriz. Essa técnica é feita por meio de aparelhos de vídeocirurgia, e as cicatrizes ficam escondidas, sem ficar aparente no pescoço.

Para aqueles pacientes que realizarem a tireoidectomia pelo método convencional, com algumas medidas simples já é possível garantir uma boa recuperação. Veja a seguir quais são os cuidados que o paciente precisa ter para cuidar da cicatriz após a tireoidectomia:

  • Manter repouso na primeira semana após a cirurgia;
  • Evitar fazer movimentos bruscos com a cabeça;
  • Não levantar em excesso a cabeça, sendo ideal mantê-la em um ângulo de 30°;
  • Manter a ferida operatória sempre seca e limpa;
  • Trocar o curativo sempre que estiver sujo ou molhado;
  • Não expor a cicatriz ao sol por um período de 4 meses após a cirurgia;
  • Utilizar protetor solar com no mínimo FPS 60.
  • Utilizar no pós operatório uma placa ou pomadas de silicone, que diminuem o risco de formação de quelóides.

É comum o paciente sentir um pouco de dificuldade para engolir alguns alimentos. Portanto, o paciente ainda pode optar pela ingestão de alimentos mais moles ou pastosos por alguns dias após a cirurgia.

É sempre importante ressaltar que após a realização da cirurgia de tireoide o paciente deve seguir todas as recomendações médicas. E ainda, caso surja qualquer sintoma o médico deve ser procurado o mais rapidamente possível.

cicatriz tireoidectomia

Como cuidar da sua cicatriz após a cirurgia da tireoidectomia

Como cuidar da sua cicatriz após a cirurgia da tireoidectomia

Os cuidados corretos após uma cirurgia são essenciais para garantir a boa recuperação e não deixar marcas evidentes. Esta preocupação aumenta quando a cirurgia é realizada em locais visíveis, como é o caso da cicatriz da tireoidectomia.

Se você passou recentemente pelo procedimento ou precisará passar, é importante e essencial saber como cuidar da cicatriz após a cirurgia. Confira abaixo e descubra mais sobre os cuidados pós-operatórios.

O que é a tireoidectomia?

A tireoidectomia é um procedimento cirúrgico realizado para fazer a retirada parcial ou total da glândula tireoide. A cirurgia é indicada nos casos em que há tumores nesta importante glândula, sejam eles malignos ou benignos.

Esta cirurgia é rotineiramente realizada, com bons resultados e raras complicações. Mesmo assim, os pacientes sempre se preocupam em como a cicatriz vai ficar, uma vez que a região do pescoço é bastante visível.

Apesar de já existir uma nova técnica que permite a realização da tireoidectomia sem cicatriz aparente. Entretanto, esta ainda é uma técnica nova, realizada por poucos profissionais e nem todas as pessoas são candidatas a este tipo de cirurgia.

Cuidados pós-operatórios da cicatriz da tireoidectomia

Alguns cuidados no pós-operatório, garantem uma recuperação mais rápida e que a cicatriz da tireoidectomia não fique tão visível. Geralmente, o paciente recebe alta dentro de 1 ou dois dias.

A primeira semana deverá ser de repouso, ou seja, afastado das atividades regulares como trabalho, estudo e atividades físicas. Qualquer movimento brusco deve ser evitado e o paciente não deve abaixar a cabeça. O ideal é que ela fique inclinada, em um ângulo de 30°, evitando assim que a pele da região do pescoço fique esticada.

Para garantir uma boa cicatrização da cirurgia de remoção da tireoide é importante manter a ferida operatória sempre limpa e seca. Portanto, ao perceber que o curativo está molhado ou sujo é importante trocá-lo. Isto evitará infecções, que são uma das grandes vilões da boa cicatrização.

É importante ainda que o paciente evite que o local da cirurgia fique exposto ao sol por um período de pelo menos 4 meses após a realização da tireoidectomia. O recomendado é que o paciente utilize um protetor solar com o FPS 60 ou maior.

Tire todas as suas dúvidas e siga sempre as orientações do seu médico. E consulte um especialista caso qualquer sintoma apareça durante o seu tratamento.

estágios do câncer de boca

Conheça os 4 estágios do câncer de boca

Conheça os 4 estágios do câncer de boca

Conhecer quais são os estágios do câncer de boca, qual a localização e se o câncer se disseminou para outras parte do corpo é extremamente importante para que o médico saiba qual é o prognóstico do paciente e qual o melhor tratamento.

Neste artigo vamos falar quais são os diferentes estágios do câncer de boca e como a classificação é feita.

Estágios do câncer de boca

Quando um paciente é diagnosticado com câncer, é realizada uma biópsia para terminar se o tumor é localizado, se afetou os linfonodos próximos ou, ainda, se já se espalhou para outros órgãos do corpo. São conhecidos 4 estágios diferentes do câncer de boca:

  • Estágio I: o tumor pode ter tamanho menor ou igual a 2 cm de diâmetro e é localizado, não afetando os linfonodos nem nenhum outro tecido;
  • Estágio II: quando o tumor possui entre 2 e 4 cm não acometendo os linfonodos ou qualquer outro tecido;
  • Estágio III: o tamanho do tumor é de 4 cm ou mais ou apresenta linfondos com metástase no pescoço
  • Estágio IV: pode se tratar de um tumor grande, que invade estruturas próximas, presença de metástases para linfonodos do pescoço, ou até metástase para outros órgãos.

Sintomas do câncer de boca

O diagnóstico precoce do câncer, nos estágios iniciais da doença, é fundamental para aumentar as chances de sucesso do tratamento do câncer de boca e a sobrevida. As estimativas apontam que entre 70 e 90% dos pacientes com câncer de bocas diagnosticados nos estágios I e II possuem uma sobrevida maior do que 5 anos. Por isso, é fundamental ficar atento aos seguintes sintomas:

  • Presença de nódulos do pescoço;
  • Presença de manchas ou placas na gengiva, na língua, bochechas ou céu da boca que sejam esbranquiçadas e avermelhadas;
  • Qualquer lesão na boca ou nos lábios que seja persistente e que não cicatrize por mais de 15 dias;
  • Dificuldade para mastigar, engolir, movimentar a língua ou falar;
  • Sensação de ter algo na garganta;

Dito isso, caso perceba a presença de qualquer um dos sintomas mencionados é importante procurar um médico especialista para a realização de exames clínicos e laboratoriais.

Vale lembrar que alguns hábitos como o tabagismo e consumo regular de bebidas alcoólicas podem aumentar significativamente o risco do desenvolvimento do câncer de boca. Portanto, paciente que possuem estes hábitos devem realizar exames preventivos regularmente.

Além disso, a exposição do sol sem o uso de protetores labial e a má higiene bucal também estão entre as causas mais comuns de câncer de boca. Portanto, lembre-se de utilizar o protetor solar diariamente e sempre fazer a higienização bucal após as refeições.

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diet is a relationship between you and your body

When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image, and the breath of that universal love which bears and sustains us, as it floats around us in an eternity of bliss; and then, my friend, when darkness overspreads my eyes, and heaven and earth seem to dwell in my soul and absorb its power, like the form of a beloved mistress, then I often think with longing, Oh, would I could describe these conceptions, could impress upon paper all that is living so full and warm within me, that it might be the mirror of my soul, as my soul is the mirror of the infinite God!

O my friend — but it is too much for my strength — I sink under the weight of the splendour of these visions! A wonderful serenity has taken possession of my entire soul, like these sweet mornings of spring which I enjoy with my whole heart. I am alone, and feel the charm of existence in this spot, which was created for the bliss of souls like mine.

I am so happy, my dear friend, so absorbed in the exquisite sense of mere tranquil existence, that I neglect my talents. I should be incapable of drawing a single stroke at the present moment; and yet I feel that I never was a greater artist than now.

When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image, and the breath of that universal love which bears and sustains us, as it floats around us in an eternity of bliss; and then, my friend, when darkness overspreads my eyes, and heaven and earth seem to dwell in my soul and absorb its power, like the form of a beloved mistress, then I often think with longing, Oh, would I could describe these conceptions, could impress upon paper all that is living so full and warm within me.

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