Tireoidectomia: Todos os cuidados para uma cirurgia segura

Tireoidectomia: Todos os cuidados para uma cirurgia segura

Tireoidectomia: Todos os cuidados para uma cirurgia segura

A tireoidectomia é uma cirurgia que consiste na retirada parcial ou total da glândula tireóide. De maneira geral, é indicada para pacientes com diagnósticos de câncer no local, nódulos, bócio ou hipertireoidismo — devido ao funcionamento exacerbado da mesma.

A cirurgia é sempre realizada sob o efeito de uma anestesia geral e costuma durar, em média, duas horas. É um procedimento bastante seguro de ser realizado, porém, como qualquer cirurgia, conta com alguns riscos, por isso é preciso seguir as recomendações de pré e pós-operatórios à risca.

Cuidados no pré-operatório da tireoidectomia

Antes da internação hospitalar é indicado que o paciente mantenha hábitos saudáveis, de forma que suas ações não interfiram na anestesia geral. Praticar atividades físicas, não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e se alimentar de forma balanceada são algumas recomendações.

Também é preciso cuidar corretamente de outras enfermidades que o paciente possa vir a ter, como diabetes ou colesterol alto. Além disso, é necessário jejum de total de oito horas, devido a intubação proveniente da anestesia. Lembre-se de levar todos os seus exames na hora da internação.

Pós-operatório da tireoidectomia

No pós-operatório da tireoidectomia é necessário que o paciente evite movimentos bruscos. É proibido abaixar a cabeça ou fazer esforços físicos. Além disso, é preciso que a cabeça fique em uma posição inclinada de cerca de 30°, de forma a evitar que a pele da região operada fique esticada.

Normalmente o paciente tem alta em um ou dois dias, voltando após três para a retirada dos pontos. O pós-operatório dura cerca de 15 dias e não é necessário repouso total. Pode-se andar e trabalhar normalmente na semana seguinte do procedimento.

Complicações mais frequentes

Apesar da cirurgia raramente apresentar complicações, é preciso preparar-se para imprevistos. As complicações mais comuns são:

  • hematoma no local — acúmulo de sangue que pode levar à dor e dificuldade de respirar;
  • rouquidão — alteração na voz. Na maior parte das vezes é temporária, mas em alguns casos, também pode ser definitiva. É possível reabilitar-se com uma fonoaudióloga;
  • hipoparatireoidismo — com a retirada da glândula, o hormônio PTH não é mais produzido. O tratamento é feito a partir da reposição do mesmo ou de cálcio, vitamina D e diuréticos.
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