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11 de outubro de 2016

Radioiodoterapia para câncer de tireóide – Parte 2

Apesar da eficácia no auxílio do tratamento do câncer de tireóide bem diferenciado, o tratamento com radioiodoterapia não é isento de riscos. Existem relatos de diversos sintomas após o tratamento. Os efeitos colaterais a curto prazo podem incluir: – Sensibilidade no pescoço; – Náuseas e vômitos; – Inchaço e sensibilidade nas glândulas salivares; – Boca seca; – Alterações no paladar. O corpo emitirá radiação por algum tempo assim que iniciar a radioiodoterapia. Dependendo da dose de iodo radioativo administrada, pode ser necessária a internação (isolamento) do paciente, geralmente em um quarto especial para impedir que outras pessoas sejam expostas à radiação. Alguns pacientes podem não necessitar de internação hospitalar. Ao receber alta após o tratamento, o paciente receberá instruções sobre como evitar que outras pessoas sejam expostas à radiação e por quanto tempo essas precauções devem ser tomadas. Essas instruções podem variar um pouco de um hospital para outro. Certifique-se de entende-las antes de ir para casa e se persistirem dúvidas pergunte a sua equipe médica. Mascar chiclete ou chupar balas duras podem ajudar com problemas nas glândulas salivares. O tratamento com iodo radioativo também reduz a formação de lágrimas em alguns pacientes, secando os olhos. Se usar lentes de […]
3 de outubro de 2016

Radioiodoterapia para câncer de tireóide – Parte 1

Após o tratamento cirúrgico dos tumores malignos de tireóide, em alguns casos está indicado a complementação do tratamento, com um procedimento chamado iodoterapia ou radioiodoterapia. Este tratamento é indicado para a ablação de tecido de tireoide remanescente da cirurgia ou para tratar o câncer de tireoide que se disseminou para os gânglios linfáticos ou outros órgãos. Atualmente a iodoterapia tem recebido indicações mais restritas, em menos casos. Mais evidências têm demonstrado que não são todos os pacientes que se beneficiam deste tratamento, e que o mesmo não é isento de riscos ou complicações. A iodoterapia é amplamente indicada para pacientes com câncer de tireoide papilar ou folicular (câncer diferenciado da tireóide) classificados como moderado ou alto risco para recorrência, com base em critérios estabelecidos antes e após a cirurgia (idade, tamanho do tumor, metástases, entre outros). Mas, não é utilizada para tratar carcinomas anaplásicos e medulares da tireoide, porque estes tipos de câncer não captam iodo. Existe um certo preparo para realização da Iodoterapia. Deve-se manter uma dieta pobre em iodo durante cerca de 2 semanas antes do tratamento. Isso significa evitar os alimentos que contêm sal iodado e corante vermelho, assim como produtos lácteos, ovos, marisco e soja. O […]