Exame de Laringoscopia

Exame de Laringoscopia

O exame de laringoscopia é realizado para realizar a observação de todas as vias aéreas superiores do corpo humano, ou seja, cavidade nasal, cavidade oral, laringe e faringe. Hoje, é a principal maneira de identificar enfermidades da laringe, onde estão localizadas também as cordas vocais. O procedimento é realizado por meio de um aparelho endoscópico que se chama laringoscópio. Um dos aspectos mais interessantes do exame de laringoscopia é que ele é considerado bastante simples, podendo ser realizado sem qualquer tipo de preparo prévio e no próprio momento da consulta. Além disso, o paciente pode retornar para as suas atividades comuns do dia a dia imediatamente após o procedimento.

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Como funciona o exame de laringoscopia?

Existem dois tipos diferentes de aparelhos para a realização do exame de laringoscopia:

  • rígido, introduzido pela boca;
  • flexível, feito de fibra ótica e introduzido pelo nariz, conhecido como nasofibrolaringoscopia.

Em ambos os casos, uma pequena câmera está acoplada na extremidade, o que permite ao profissional a visualização das vias aéreas superiores. O procedimento inteiro costuma durar apenas de cinco até dez minutos e pode ser realizado em pacientes de qualquer idade, sem risco. Comumente pede-se que, enquanto sentado, o examinado coloque a língua para fora. Antes, porém, é bastante comum que se utilize uma anestesia tópica, normalmente em formato de spray. O uso da sedação venosa pode ser necessário ocasionalmente, mas fica à critério do especialista compreender a situação em que é preciso utilizá-la.

Quem deve fazer a laringoscopia?

Várias razões podem levar um médico a indicar a laringoscopia para seus pacientes. Confira algumas das mais comuns:

  • refluxo gastroesofágico;
  • dor de garganta crônica;
  • rouquidão ou disfonia por longos períodos de tempo;
  • tosse crônica ou com sangue;
  • dificuldade para mastigar;
  • dificuldade ou dor para engolir;
  • aftas frequentes;
  • sensação de globus faríngeo, como se fosse um corpo estranho no fundo garganta;
  • pacientes com histórico familiar de câncer da cabeça e pescoço;
  • tabagistas crônicos.

Além da visualização por imagem, esse exame ainda permite que sejam realizadas algumas intervenções terapêuticas, procedimentos como a retirada de pólipos ou pequenos nódulos, a cauterização de lesões vasculares, o dilatamento de regiões que estão estreitadas e até mesmo a retirada de alguns tumores benignos das cordas vocais, por exemplo.

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